Módulo voltado para iniciantes, no qual se utilizará o ensino de técnicas de interpretação baseadas em improvisação, jogos dramáticos, montagens de cenas, dinâmicas de desinibição individual e grupal, exercícios de expressão vocal e corporal.
domingo, 27 de maio de 2012
A educação não é tudo?
| Genival Miranda |
O salário dos professores e das professoras é apenas um elemento de
um conjunto de outras medidas para que a qualidade de ensino seja
impulsionada.
Embora o senso corrente nos informe que 98% da população escolarizável (entre 7 e 14 anos) esteja freqüentando a escola pública brasileira, estudos e pesquisas de órgãos e instituições nacionais e internacionais dão conta de que a produtividade desses estudantes em leitura, escrita, interpretação e em matemática passa ao largo do que se poderia considerar bem-sucedida. Esses estudantes continuam seus estudos no ensino médio carregando o fardo da falta de qualidade dos próprios saberes, os quais, quando requeridos no ensino superior, serão demonstrados de maneira pífia e até constrangedora. Um quadro de fracasso preocupante.
Essa realidade motiva debates, discussões e embates sobre como melhorar a qualidade do ensino. Foi o que aconteceu no mês passado, no ensejo da comemoração do Dia do Professor, quando o jornal Folha Online publicou matérias a respeito do assunto. O enfoque dado à discussão recaiu no salário do professor: no Acre, o professor ganha R$ 13,16 por hora aula; em São Paulo, R$ 8, 05.
Esses dados provocaram a reação da secretária de Estado da Educação Maria Helena Guimarães de Castro. Segundo ela, "O quadro mostra, com clareza, que não há uma relação direta entre salário e qualidade do ensino, embora a questão salarial seja fundamental para valorização dos professores".
A essa fala o jornal contrapôs a opinião de um outro professor, Antônio Chizzotti, da PUC-SP, para quem "Uma das questões fundamentais na qualidade de ensino é a remuneração do docente", sem a qual o profissional do ensino fica impedido de estudar, comprar livros, ir ao teatro, o que acarreta prejuízo porque isso tudo é formação. Além disso, lembra o professor, "não dá para cobrar bom trabalho de um funcionário a que se paga mal."
O ministro da Educação, Fernando Haddad, foi citado na matéria porque lembrou que o piso salarial nacional para os professores, aprovado na Câmara dos Deputados, é de R$ 950, o qual ainda ressaltou que, "como professor, e no dia dos professores, não posso dizer que considero [o valor] ideal."
Aplausos para o bom senso do ministro e para o entendimento de Chizzotti: o professor e a professora precisam, sim, ganhar bem, muito bem. Sobre isso parece haver consenso. Digna de debate é a afirmação da secretária da Educação de São Paulo: realmente, a questão salarial é essencial para a valorização dos professores.
Nesse sentido, vale lembrar aqui uma pesquisa que a Unesco publicou, no dia 25 de outubro de 2004, sobre os professores brasileiros, atuantes nas escolas públicas e na rede privada. Segundo a Unesco, 45% dos profissionais da educação jamais tinham ido ou tinham ido uma única vez a um museu; 40% deles jamais tinham ido ou tinham ido somente uma vez ao teatro; 25% nunca tinham ido ou tinham ido apenas uma vez ao cinema; 60% dos professores e professoras não tinham acesso à internet, nem faziam uso do e-mail.
Se considerarmos que museus, teatro, cinema e internet, ao lado de livros, revistas, estudos científicos e de divulgação científica, entre outros, são imprescindíveis à formação inicial e continuada dos professores, por possibilitarem-lhes a atualização ininterrupta, então a situação dos docentes em nível nacional também é preocupante: demonstra um quadro que bem poderia ser resolvido pela via da melhoria salarial.
A outra parte da fala da secretária da Educação paulista é que demanda maior discussão: “não há uma relação direta entre salário e qualidade do ensino”. Ela está certa quando faz essa afirmação, mas falta dizer que só afirmar isso não é tudo. O salário pode incrementar a qualidade pessoal e profissional docente, uma vez que, em uma sociedade de mercado como a brasileira, ter acesso qualificado aos bens simbólico-culturais indispensáveis à boa formação continuada do professor é algo que depende de dinheiro.
Um professor e uma professora que lêem mais, que vão a museus, teatro, cinema e que utilizam eficientemente as potencialidades da internet para entrarem em contato com processos de produção e apropriação de informações, conhecimentos e saberes diversos podem usar a qualidade adquirida nessas atividades para imprimir maior eficácia às aulas que ministram. Quem nega isso? Acontece, porém, que qualidade de ensino não depende única e exclusivamente do trabalho didático-pedagógico do professor e da professora.
Em debates dessa natureza, muitas vezes assistimos aos debatedores enfocando parcialmente as questões envolvidas nele e se esquecendo de uma verdade cristalina, a saber: a escola é social, econômica, política e culturalmente referenciada. É isso, aliás, o que Otaíza Romanelli de Oliveira nos conta em seu livro História da educação no Brasil, publicado pela Editora Vozes, de Petrópolis.
Segundo ela, ao final de uma experiência docente em uma escola projetada e colocada em ação segundo os melhores critérios para o alcance da qualidade (eficiência e eficácia nas habilidades e competências nos atos de ler, contar, escrever, debater e escrever), na apuração dos resultados dessa escola os envolvidos no projeto descobriram que não se distanciavam muito das outras instituições educacionais da rede e que não estavam recebendo o mesmo tratamento.
Intrigados com esses resultados, conta Otaíza, aqueles profissionais chegaram à conclusão de que não adianta a escola ser internamente 100% equipada, contar com os melhores professores, pagar aos docentes os melhores salários de que dão conta e ter infra-estrutura da melhor qualidade se no seu entorno social, econômico, político e cultural as coisas não andam na mesma marcha.
Aquela experiência nos faz lembrar, então, que: 1. educação não é tudo; 2. sem que haja um projeto de democratização das estruturas sociais articulado com o trabalho da escola, a instituição educacional pouco pode fazer no sentido de obter mais qualidade de ensino, fazendo-a se estender à vida prática dos membros da sociedade; 3. qualidade depende de quantidade, sim: mais justiça social, mais igualdade, menos preconceito, mais democracia política, mais acesso a bens culturais, mais cooperação e mais solidariedade contribuem para que a escola que busca mais qualidade de ensino possa ser bem-sucedida.
Fica, assim, mais fácil de entender a fala da secretária da Educação de São Paulo: ainda que o salário seja vital à valorização do trabalho docente, ele não é o único determinante da qualidade de ensino. Pouco adiante o professor ganhar bem se, ao lado dele, de seu trabalho e da instituição onde atua campeia a desigualdade, a injustiça, a exploração, a alienação quanto ao que é importante para o processo de humanização. Aliás, o professor ganhar pouco é um reflexo da injustiça social e das demais mazelas que permeiam nossa sociedade.
Conclusão: O professor e a professora precisam ganhar mais, ser valorizados, reconhecidos como profissionais, os quais deveriam ter auto-regulação, domínio dos processos de formação docente e controle do exercício profissional. No entanto, se quer mesmo qualidade de ensino, nossa sociedade terá de transformar suas estruturas no sentido de imprimir-lhe mecanismos que visem ao alcance de mais igualdade, mais liberdade e mais humanidade em seus processos educacionais e nos de sociabilidade.
Até quanto vamos desviar ou reduzir esse debate, deixando de enfrentar o ethos constituinte de nosso modelo societário fundado no lucro, no consumo, na competitividade, no individualismo e na acumulação? Quando é que nos colocaremos questões sobre se estamos de acordo com essa sociedade de mercado aí vigente ou se queremos pugnar por uma sociedade de direitos e de real cidadania? Até quando vamos nos desviar dos efeitos que o sistema capitalista acarretam à formação de identidades e subjetividades contra as quais a escola pouco pode fazer?
O enfrentamento dessas questões talvez contribua para que sejam esclarecidas as razões de porque bom salário para o professor não é tudo, ainda que ele seja o de que necessitamos, assim como educação não é tudo e como a escola, por si só, também não pode salvar, redimir ou transformar a sociedade na qual se vê inserida.
Embora o senso corrente nos informe que 98% da população escolarizável (entre 7 e 14 anos) esteja freqüentando a escola pública brasileira, estudos e pesquisas de órgãos e instituições nacionais e internacionais dão conta de que a produtividade desses estudantes em leitura, escrita, interpretação e em matemática passa ao largo do que se poderia considerar bem-sucedida. Esses estudantes continuam seus estudos no ensino médio carregando o fardo da falta de qualidade dos próprios saberes, os quais, quando requeridos no ensino superior, serão demonstrados de maneira pífia e até constrangedora. Um quadro de fracasso preocupante.
Essa realidade motiva debates, discussões e embates sobre como melhorar a qualidade do ensino. Foi o que aconteceu no mês passado, no ensejo da comemoração do Dia do Professor, quando o jornal Folha Online publicou matérias a respeito do assunto. O enfoque dado à discussão recaiu no salário do professor: no Acre, o professor ganha R$ 13,16 por hora aula; em São Paulo, R$ 8, 05.
Esses dados provocaram a reação da secretária de Estado da Educação Maria Helena Guimarães de Castro. Segundo ela, "O quadro mostra, com clareza, que não há uma relação direta entre salário e qualidade do ensino, embora a questão salarial seja fundamental para valorização dos professores".
A essa fala o jornal contrapôs a opinião de um outro professor, Antônio Chizzotti, da PUC-SP, para quem "Uma das questões fundamentais na qualidade de ensino é a remuneração do docente", sem a qual o profissional do ensino fica impedido de estudar, comprar livros, ir ao teatro, o que acarreta prejuízo porque isso tudo é formação. Além disso, lembra o professor, "não dá para cobrar bom trabalho de um funcionário a que se paga mal."
O ministro da Educação, Fernando Haddad, foi citado na matéria porque lembrou que o piso salarial nacional para os professores, aprovado na Câmara dos Deputados, é de R$ 950, o qual ainda ressaltou que, "como professor, e no dia dos professores, não posso dizer que considero [o valor] ideal."
Aplausos para o bom senso do ministro e para o entendimento de Chizzotti: o professor e a professora precisam, sim, ganhar bem, muito bem. Sobre isso parece haver consenso. Digna de debate é a afirmação da secretária da Educação de São Paulo: realmente, a questão salarial é essencial para a valorização dos professores.
Nesse sentido, vale lembrar aqui uma pesquisa que a Unesco publicou, no dia 25 de outubro de 2004, sobre os professores brasileiros, atuantes nas escolas públicas e na rede privada. Segundo a Unesco, 45% dos profissionais da educação jamais tinham ido ou tinham ido uma única vez a um museu; 40% deles jamais tinham ido ou tinham ido somente uma vez ao teatro; 25% nunca tinham ido ou tinham ido apenas uma vez ao cinema; 60% dos professores e professoras não tinham acesso à internet, nem faziam uso do e-mail.
Se considerarmos que museus, teatro, cinema e internet, ao lado de livros, revistas, estudos científicos e de divulgação científica, entre outros, são imprescindíveis à formação inicial e continuada dos professores, por possibilitarem-lhes a atualização ininterrupta, então a situação dos docentes em nível nacional também é preocupante: demonstra um quadro que bem poderia ser resolvido pela via da melhoria salarial.
A outra parte da fala da secretária da Educação paulista é que demanda maior discussão: “não há uma relação direta entre salário e qualidade do ensino”. Ela está certa quando faz essa afirmação, mas falta dizer que só afirmar isso não é tudo. O salário pode incrementar a qualidade pessoal e profissional docente, uma vez que, em uma sociedade de mercado como a brasileira, ter acesso qualificado aos bens simbólico-culturais indispensáveis à boa formação continuada do professor é algo que depende de dinheiro.
Um professor e uma professora que lêem mais, que vão a museus, teatro, cinema e que utilizam eficientemente as potencialidades da internet para entrarem em contato com processos de produção e apropriação de informações, conhecimentos e saberes diversos podem usar a qualidade adquirida nessas atividades para imprimir maior eficácia às aulas que ministram. Quem nega isso? Acontece, porém, que qualidade de ensino não depende única e exclusivamente do trabalho didático-pedagógico do professor e da professora.
Em debates dessa natureza, muitas vezes assistimos aos debatedores enfocando parcialmente as questões envolvidas nele e se esquecendo de uma verdade cristalina, a saber: a escola é social, econômica, política e culturalmente referenciada. É isso, aliás, o que Otaíza Romanelli de Oliveira nos conta em seu livro História da educação no Brasil, publicado pela Editora Vozes, de Petrópolis.
Segundo ela, ao final de uma experiência docente em uma escola projetada e colocada em ação segundo os melhores critérios para o alcance da qualidade (eficiência e eficácia nas habilidades e competências nos atos de ler, contar, escrever, debater e escrever), na apuração dos resultados dessa escola os envolvidos no projeto descobriram que não se distanciavam muito das outras instituições educacionais da rede e que não estavam recebendo o mesmo tratamento.
Intrigados com esses resultados, conta Otaíza, aqueles profissionais chegaram à conclusão de que não adianta a escola ser internamente 100% equipada, contar com os melhores professores, pagar aos docentes os melhores salários de que dão conta e ter infra-estrutura da melhor qualidade se no seu entorno social, econômico, político e cultural as coisas não andam na mesma marcha.
Aquela experiência nos faz lembrar, então, que: 1. educação não é tudo; 2. sem que haja um projeto de democratização das estruturas sociais articulado com o trabalho da escola, a instituição educacional pouco pode fazer no sentido de obter mais qualidade de ensino, fazendo-a se estender à vida prática dos membros da sociedade; 3. qualidade depende de quantidade, sim: mais justiça social, mais igualdade, menos preconceito, mais democracia política, mais acesso a bens culturais, mais cooperação e mais solidariedade contribuem para que a escola que busca mais qualidade de ensino possa ser bem-sucedida.
Fica, assim, mais fácil de entender a fala da secretária da Educação de São Paulo: ainda que o salário seja vital à valorização do trabalho docente, ele não é o único determinante da qualidade de ensino. Pouco adiante o professor ganhar bem se, ao lado dele, de seu trabalho e da instituição onde atua campeia a desigualdade, a injustiça, a exploração, a alienação quanto ao que é importante para o processo de humanização. Aliás, o professor ganhar pouco é um reflexo da injustiça social e das demais mazelas que permeiam nossa sociedade.
Conclusão: O professor e a professora precisam ganhar mais, ser valorizados, reconhecidos como profissionais, os quais deveriam ter auto-regulação, domínio dos processos de formação docente e controle do exercício profissional. No entanto, se quer mesmo qualidade de ensino, nossa sociedade terá de transformar suas estruturas no sentido de imprimir-lhe mecanismos que visem ao alcance de mais igualdade, mais liberdade e mais humanidade em seus processos educacionais e nos de sociabilidade.
Até quanto vamos desviar ou reduzir esse debate, deixando de enfrentar o ethos constituinte de nosso modelo societário fundado no lucro, no consumo, na competitividade, no individualismo e na acumulação? Quando é que nos colocaremos questões sobre se estamos de acordo com essa sociedade de mercado aí vigente ou se queremos pugnar por uma sociedade de direitos e de real cidadania? Até quando vamos nos desviar dos efeitos que o sistema capitalista acarretam à formação de identidades e subjetividades contra as quais a escola pouco pode fazer?
O enfrentamento dessas questões talvez contribua para que sejam esclarecidas as razões de porque bom salário para o professor não é tudo, ainda que ele seja o de que necessitamos, assim como educação não é tudo e como a escola, por si só, também não pode salvar, redimir ou transformar a sociedade na qual se vê inserida.
Por Wilson Correia
Colunista Brasil Escola
Colunista Brasil Escola
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Educanção,
Professor,
Resposbilidade Social
Literatura de cordel
Literatura de cordel também conhecida no Brasil como folheto, é um gênero literário popular escrito frequentemente na forma rimada, originado em relatos orais e depois impresso em folhetos. Remonta ao século XVI, quando o Renascimento popularizou a impressão de relatos orais, e mantém-se uma forma literária popular no Brasil. O nome tem origem na forma como tradicionalmente os folhetos eram expostos para venda, pendurados em cordas, cordéis ou barbantes em Portugal. No Nordeste do Brasil
o nome foi herdado, mas a tradição do barbante não se perpetuou: o
folheto brasileiro pode ou não estar exposto em barbantes. Alguns poemas
são ilustrados com xilogravuras, também usadas nas capas. As estrofes mais comuns são as de dez, oito ou seis versos. Os autores, ou cordelistas,
recitam esses versos de forma melodiosa e cadenciada, acompanhados de
viola, como também fazem leituras ou declamações muito empolgadas e
animadas para conquistar os possíveis compradores. Para reunir os
expoentes deste gênero literário típico do Brasil, foi fundada em 1988 a
Academia Brasileira de Literatura de Cordel, com sede no Rio de Janeiro.
sábado, 26 de maio de 2012
Primer Concurso de poesía y Narrativa Corta Metáfora Internacional.
Foto Grupo Metáfora Olímpia
BASES
GENERALES
1.-
Desde el lunes 21 de marzo esta abierto el Primer Concurso
Internacional de Poesía y Narrativa Corta . Cuyo tema es “ Icono
de mi Ciudad “ Organizado por el Grupo Metáfora Internacional y
el apoyo de la Universidad Tecnológica Equinoccial de Ecuador.
Está abierto a todos los poetas regulares de los Grupos Metáfora
,también extendido a todos los poetas y escritores de habla
portuguesa y española ,mayores de 18 años .
2.-
Las obras presentadas deben ser inéditas con el tema “Icono de mi
ciudad” y cada participante podrá presentar un máximo de dos
trabajos en una sola categoría (narrativa corta o poesía)
Los
originales que opten a los premios de Narrativa Corta, Prosa
Narrativa:
también
podrán llevar ilustraciones.
Los
originales se presentarán por triplicado, mecanografiados a doble
espacio y por una sola cara. Tendrán una extensión mínima de 6
DIN-A4 y una extensión máxima de 25.
3.-
Para participar, cada concursante deberá llenar una ficha que
adjuntaremos a las bases y enviarla por e-mail a:
lluvia031@hotmail.com
4.-
Las obras serán recibidas hasta el día 21 de julio 2012 a las 18:00
hrs. en la siguiente dirección :
Metáfora
Ediciones
Atención:
Guisela Montoya Poblete
Multifamiliares
San Juan
Bloque
: Puruhaes
Segundo
Piso
Departamento
202
Calles
Cuenca y Galapagos OE 6 -38
Quito-
Ecuador
También
deberán enviar por correo electrónico como respaldo de la misma
a
los siguientes correo:
Telefonos
: 00593 2 2953023
celurar:
095952870
5.-
No se aceptarán entregas a través de otra forma que la dispuesta en
estas bases.
6.-
Los resultados del concurso se conocerán en una ceremonia de
premiación,se realizará en los salones de la UTE a la cual todos
los ganadores serán invitados con oportuna anticipación, sin
posibilidad de conocer el resultado previamente.
7.-
Los trabajos no serán devueltos a su autor y éste deberá ceder sus
derechos de publicación a Metáfora Internacional y Metáfora
Ediciones para publicar los ganadores .En la “Antologia Literaria
Metáfora Internacional “
8.-
La sola presentación de trabajos a este concurso implica la
aceptación de las bases del concurso.
9.-
Cualquier falta a las bases aquí presentes será motivo de
marginación del concurso.
I1.-
De la categoría de Narrativa Corta (Short Narrative) pudiendo ser:
Cuento,Mito,Leyenda o Fabula
1.-
El tema es “El ícono de mi Ciudad”.
2.-
La extensión no debe sobrepasar las tres carillas escritas a
computador en formato carta (márgenes de 2,5 cm. superior e inferior
y de 3 cm. a cada costado.) La letra debe ser Times New Roman, cuerpo
12 y espaciado de 1,5. Las páginas deben ser numeradas. Cada autor
podrá presentar un solo texto. Las narraciones estarán escritas en
Español o Portugués y serán originales e inéditas y tendrán una
extensión mínima de 3 folios y máxima de 6 folios de no más de
28 renglones cada una con letra Arial de tamaño 12.
Se
presentarán 4 copias impresas por una sola cara a doble espacio en
papel tamaño DIN-A4 y se acompañará asimismo de un documento
electrónico en Word con el numero y fecha de envío por correo
tradicional a lluvia031@otmail.com
3.-
El premio para el primer lugar será un trofeo ,certificado y
la publicación de su escrito en dos libros . 1.- “Antología
Literaria Metáfora Internacional “ y el otro libro donde saldrán
los ganadores con sus biografías y fotografías del tema de la
inspiración del poema ofrecido por la UTE.
Para
el segundo puesto publicación el los dos libros y certificado .
4.-
El jurado seleccionará tres menciones honrosas. Que recibirán
certificados .
5.-
Todas las obras ganadoras ( Los dos primeros lugares y menciones
honrosas) serán publicadas en un libro editado por Metáfora
Ediciones
II.-
De la categoría Poesía
1.-
La temática es: ”Icono de mi Ciudad “
2.-
La extensión no debe sobrepasar dos carillas, escrita a computador
en formato carta (márgenes de 2,5 cm. superior e inferior y de 3 cm.
a cada costado.) La letra debe ser Times New Roman, cuerpo 12 y
espaciado de 1,5.. Las páginas deben ser numeradas. Todas las
poesías deberán tener título y seudónimo
3.-
El premio para el primer lugar será : - un trofeo
,certificado y la publicación de su escrito en dos libros . 1.-
“Antología Literaria Metáfora Internacional “ y el otro libro
donde saldrán los ganadores con sus biografías y fotografías del
tema de la inspiración del poema ofrecido por la UTE.
Para
el segundo puesto publicación el los dos libros y certificado .
4.-
El jurado seleccionará tres menciones honrosas.
5.-
Todas las obras ganadoras (tres primeros lugares y menciones
honrosas) serán publicadas en un libro editado por la Dirección de
la UTE y en la Antología Literaria Metáfora Internacional.
6.-
Los trabajos se firmarán con pseudónimo. Se adjuntará sobre
cerrado, en cuyo exterior aparecerá únicamente el pseudónimo
elegido y el título del trabajo. Su interior habrá de contener
nombre, apellidos, dirección ,teléfono y e-mail del autor. Es
obligatorio la presentación adicional en DVD o CD.
7.-
El fallo del premio se hará público el día 10 de agosto de 2.012.
La entrega de premios tendrá lugar el dia 23 de noviembre de 2012
en el el salón cultural de la Universidad Técnica Equinoccial
en
Quito Ecuador .En la Clausura del Segundo Evento Literario de
Metáfora Internacional A dicho acto es necesaria la asistencia del
ganador.
8.-
El trabajo premiado no quedará en poder de las entidades
convocantes, que sólo quedarán facultadas para darle la difusión a
que se refiere el párrafo siguiente:
Con
el trabajo premiado y aquellos trabajos finalistas que las entidades
convocantes estimen conveniente se editará una Antologia. La
organización notificará a los escritores seleccionados, en el plazo
de un mes a partir del fallo y a la dirección señalada en la plica,
que sus trabajos van a ser incluidos en el libro, del que sólo podrá
hacerse una edición. Dichos trabajos no quedarán en propiedad de
las entidades convocantes, pudiendo sus autores disponer libremente
de ellos excepto en lo dispuesto en estas bases.
En
el plazo de un mes señalado, los escritores podrán pedir la
exclusión de sus trabajos del libro a editar.
Los
no premiados no podrán ser retirados por sus autores y serán
destruidos.
9.-
Si alguna de las obras presentadas resultare premiada en otro
concurso, el autor deberá ponerlo en conocimiento de la
Organización, quien procederá de inmediato a retirarla de la lista.
10.-
La participación implica la total aceptación de las bases.
Guisela Montoya P.
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JA DIZIA NELSON CAVAQUINHO
Sei que amanhã Quando eu morrer
Os meus amigos vão dizer
Que eu tinha um bom coração
Alguns até hão de chorar
E querer me homenagear
Fazendo de ouro um violão
Mas depois que o tempo passar
Sei que ninguém vai se lembrar
Que eu fui embora
Por isso é que eu penso assim
Se alguém quiser fazer por mim
Que faça agora. Me dê as flores em vida
O carinho, a mão amiga, Para aliviar meus ais.
Depois que eu me chamar saudade
Não preciso de vaidade
Quero preces e nada mais
"Se pudéssemos ter consciência do quanto nossa vida é passageira, talvez pensássemos duas vezes antes de jogar fora as oportunidades que temos de ser e de fazer os outros felizes!!
"
Acredito nisso. Quantas flores são empilhadas em um funeral e quantas flores a pessoa recebeu em vida?
Aqui vai uma flor virtual minha para você!
Aproveite seu dia!
Entrega de Flores...
Prefiro receber uma rosa e uma palavra amiga de um(a) amigo(a)enquanto estou neste mundo, do que um caminhão de coroas de flores quando eu me for .
quarta-feira, 23 de maio de 2012
VIDEO CONFERÊNCIA GRUPO METÁFORA
O Grupo Metáfora Olímpia reuniu-se ontem (19) às 20:00 no Educandário
Frei Roque Biscone e realizou uma vídeo conferência presidida pela
escritora e poeta Guísela Montoya Poblete, Diretora do Grupo Metáfora
Internacional (Quito - Equador).
Todos os componentes do Grupo ficaram muito entusiasmados durante a abordagem dos temas pertinentes ao Concurso de Poesia intitulado " O Ícone da Nossa Cidade" e sobre uma reunião internacional no país supra mencionado quando será publicada uma antologia.
Todos os componentes do Grupo ficaram muito entusiasmados durante a abordagem dos temas pertinentes ao Concurso de Poesia intitulado " O Ícone da Nossa Cidade" e sobre uma reunião internacional no país supra mencionado quando será publicada uma antologia.
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quinta-feira, 17 de maio de 2012
O QUE É CATEQUESE?
É descobrir Jesus Cristo: saber quem ele é como ele viveu, o que ele ensinou, o que ele contou para a humanizadade sobre Deus. É também fazer a experiência de entrar em contato com Jesus, ser intimo Dele, tê-lo como luz que ilumina os muitos passos que damos na vida. Portanto, a cateuqese alimenta a mesnte e o coração, ou seja, o nosso ser inteiro.
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