terça-feira, 2 de abril de 2013

CINEMA NA ESCOLA


De todos os seres viventes no nosso planeta o “homem” é o único capaz de produzir “arte”. Assim, desde os primórdios a arte faz parte de nossa vida, sempre nos diferenciando dos demais seres à nossa volta, pois por meio dela representamos o nosso mundo, expressamos nossos sentimentos e procuramos uma compreensão para aquilo que somos e fazemos. Certamente que sem a “arte” nossa vida seria incompleta, por que não teríamos essa “linguagem” para expressar plenamente todas as nossas emoções e paixões. A linguagem cotidiana ou a linguagem científica dão conta de uma parte da realidade. No entanto, só a arte é capaz de dar conta daquilo que não pode ser enunciado, mas que ainda assim e por isso mesmo é essencial (Ferreira, 2008).
O Cinema, conhecido como a Sétima Arte, é uma nova maneira de expressarmos nossas idéias, sensações, opiniões; é um novo jeito de nos conectarmos com outras pessoas e com o mundo ao nosso redor. Antes do surgimento do Cinema, que ocorreu na passagem do século XIX para o século XX, isso era feito prioritariamente através das outras Seis Artes (Música, Dança, Pintura, Escultura, Literatura e Teatro). Mas, apesar de seu recente tempo de vida, o Cinema já nos trouxe muitas possibilidades de encantamento, reflexão e aprendizado.
Há mais de um século o cinema encanta, provoca e comove bilhões de pessoas em todo mundo. Dentre estes bilhões de pessoas que regularmente foram, vão e irão assistir a filmes na sala escura do cinema, certamente estão incluídos milhões de professores e alunos. Apesar de ser uma arte centenária e muitas vezes ao longo da história ter sido pensado como linguagem educativa, o cinema ainda tem alguns problemas para entrar na escola. Não apenas na chamada escola tradicional, mas também dentro da escola renovada, generalizada a partir dos anos 70, o cinema não tem sido utilizado com a frequência e o enfoque desejáveis.  A maioria das experiências relatadas ainda se prende ao conteúdo das histórias, às fabulas em si, e não discute outros aspectos que compõem a experiência do cinema. O problema é que os filmes se realizam em nosso coração e em nossa mente menos como histórias abstratas e mais como verdadeiros mundos imaginários, construídos a partir de linguagens e técnicas que não são meros acessórios comunicativos, e sim a verdadeira estrutura comunicativa e estética de um filme, determinando, muitas vezes, o sentido da história filmada. Dentro desta perspectiva podemos discutir não apenas a ação do professor interessado em iniciar-se no uso do cinema na sala de aula, mas também com aquele que deseja incrementar sua didática, incorporando filmes como algo mais do que ilustração de aulas e conteúdos.

segunda-feira, 1 de abril de 2013

O QUE É FILOSOFIA

O problema crucial é o seguinte: a Filosofia aspira à verdade total, que o mundo não quer. A Filosofia é, portanto, perturbadora da paz.
E a verdade o que será? A filosofia busca a verdade nas múltiplas significações do ser verdadeiro segundo os modos do abrangente. Busca, mas não possui o significado e substância da verdade única. Para nós filósofos, a verdade não é estática e definitiva, mas movimento incessante, que penetra no infinito. 
No mundo, a verdade está em conflito perpétuo. A Filosofia leva esse conflito ao extremo, porém, o despoja de violência. Em suas relações com tudo quanto existe, o filósofo vê a verdade revelar-se a seus olhos, graças ao intercâmbio com outros pensadores e ao processo que o torna transparente a si mesmo.
Quem se dedica à Filosofia põe-se à procura do homem, escuta o que ele fiz, observa o que ele faz e se interessa por sua palavra e ação, desejoso de partilhar, com seus concidadãos, do destino comum da humanidade. Eis por que a Filosofia não se transforma em credo. Está em contínua pugna (luta) consigo mesma.

quarta-feira, 27 de março de 2013

RECONCILIAÇÃO



Quantas vezes tomamos decisões precipitadas e escolhas erradas nessa vida? Não são poucas às vezes em que também decidimos nos aventurar longe de Deus... justamente a essa “distancia” que chamamos de “pecado”. O pecado nasce com a separação entre o ser humano e Deus que é puro amor.
Quando estamos distantes do Senhor, percebemos um vazio, então brota em nossos corações o desejo de reencontrá-lo, porem, não podemos negar que quando isso ocorre nos encontramos angustiados por pensar que o que fizemos não tem mais volta. No entanto, este é o momento propício de decidirmos voltar e apresentar nossos erros diante daquele que sempre nos esperou.
O sacramento da reconciliação é sinal de um Deus que nos espera e nos acolhe em sua casa. Assumindo nossas faltas, de coração contrito, nos chegamos a ele, suplicando seu perdão. Perdoamos a ele, suplicando o seu perdão. Perdoados, Nele permanecemos. A igreja não é a comunidade dos perfeitos, mas dos filhos que estão a procura da reconciliação.
Na reconciliação, temos a oportunidade de recomeçar mais uma vez, abandonando o passado e iniciando um tempo novo, sem deixar de ser quem verdadeiramente somos, pois o sacramento no ajuda a sermos mais quem devemos ser.
Quando descobrimos a riqueza deste sacramento, nós não tememos busca-lo. Vemos no ministro da Igreja, a figura do Pai que acolhe, aconselha, perdoa e reintegra à grande família eclesial. E no ato da confissão que o pecador reconsilia-se com Deus e com a igreja. “Está dito na palavra “reconciliação” (re= novamente; concilium=concilio, união: a nossa relação com Deus fica novamente limpa.”
Muitas vezes nos identificamos com o filho pródigo ( aquele que se afasta do Pai e depois retorna arrependido), porém outras vezes nos identificamos com o irmão do filho pródigo que se sentiu injustiçado com o comportamento do Pai que acolhe o filho que errou oferecendo uma festa a este filho. No evangelho não diz se o irmão do filho pródigo participou da festa que o Pai promoveu para o filho arrependido. Se fosse você, participaria da festa junto com os outros convidados?

Por Genival Miranda

DIA 27 DE MARÇO É DIA MUNDIAL DO TEATRO


GRUPO DE TEATRO CATALENDAS: PROFESSORES: BIANCA; GENIVAL E PATRICIA
O dia mundial do teatro foi criado em 1961 pelo Instituto Internacional do Teatro (ITI), data da inauguração do Teatro das Nações, em Paris.
O marco principal do surgimento do teatro foi a reunião de um grupo de pessoas em uma pedreira, que se reuniram nas proximidades de uma fogueira para se aquecer do frio.
A fogueira fazia refletir a imagem das pessoas na parede, o que levou um rapaz a se levantar e fazer gestos engraçados que se refletiam em sombras. Um texto improvisado acompanhava as imagens, trazendo a ideia de personagens fracos, fortes, oprimidos, opressores e até de Deus e do diabo, segundo conta Margarida Saraiva, da Escola Superior de Teatro e Cinema, de Portugal.
A representação existe desde os tempos primitivos, quando os homens imitavam os animais para contar aos outros como eles eram e o que faziam, se eram bravos, se atacavam, ou seja, era a necessidade de comunicação entre os homens.
As homenagens aos deuses também favoreceram o aparecimento do teatro. Na época das colheitas da uva, as pessoas faziam encenações em agradecimento ao deus Dionísio (deus do vinho), pela boa safra de uvas colhidas, assim, sacrificavam um bode, trazendo para a comemoração os primeiros indícios da tragédia.
Os povos da Grécia antiga transformaram essas encenações em arte, criando os primeiros espaços próprios, para que fossem divulgadas suas ideias, as mitologias, agradecimentos aos vários deuses, dentre outros assuntos.
O gênero trágico foi o primeiro a aparecer, retratava o sofrimento do homem, sua luta contra a fatalidade, as causas da nobreza, numa linguagem bem rica e diversificada. Os maiores escritores da tragédia foram Sófocles e Eurípedes.
Nessa época, somente os homens podiam representar, assim, diante da necessidade de simular os papéis femininos, as primeiras máscaras foram criadas e mais tarde transformadas nas faces que representam a tragédia e a comédia; máscaras que simbolizam o teatro.
O gênero cômico surgiu para satirizar os excessos, as falsidades, as mesquinharias. Um dos principais autores de comédia foi Aristófanes, que escreveu mais de quarenta peças teatrais.
Nas primeiras representações, a comédia não foi bem vista, pois os homens da época valorizavam muito mais a tragédia, considerando-a mais rica e bonita. Somente com o surgimento da democracia, no século V a.C, a comédia passou a ser mais aceita, como forma de ridicularizar os principais fatos políticos da época.

Por Jussara de Barros
Graduada em Pedagogia
Equipe Brasil Escola

quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

CURSO DE TEATRO NA CASA DA CULTURA DE OLIMPIA

A partir desta segunda-feira 28 de janeiro estão abertas as inscrições para o projeto Iniciação Teatral, no qual objetiva aulas teóricas e práticas de teatro para faixas etárias de 12 a 18 anos. O curso é promovido pela Prefeitura de Olímpia, por meio da Secretaria Municipal da Cultura. As inscrições poderão ser realizadas na sede da Secretaria na Casa de Cultura, situada na Rua São João, nº. 942, das 10h às 12h e das 13h às 15h de segunda a sexta. 
Professor Genival  - Oficina de Teatro com Crianças
O curso de teatro é gratuito e disponibiliza 20 vagas para adolescentes e Jovens de faixa etária (12 anos a 18 anos). As vagas são limitadas e por esse motivo poderá passar por uma triagem de seleção, o curso oferece oportunidade a todos os jovens que busquem se desenvolver a oralidade e desenvoltura na expressão corporal e prática teatral. 
Oficina de Teatro - Educandário

O curso terá duração de cinco meses e as aulas serão ministradas uma vez por semana, aos Sábados, no seguinte horário: das 14:30 às 16:30 horas; O curso será realizado na Casa de Cultura de Olímpia fica na rua São João, nº 942, e será ministrado pelo professor de Arte Cênica Genival Miranda. 
Oficina de Tearo na Escola
Segundo o Secretário de Cultura Guto Zanette, o projeto Iniciação Teatral, visa incentivar a produção local de arte cênica, podendo democratizar o acesso ao teatro, tendo como proposta formar novos grupos e fomentar a atividade cultural na cidade. 
“Este projeto consiste  em oferecer aulas de teatro gratuitas para 20 alunos, sendo jovens e adolescentes entre 12 a 18 anos. O projeto terá duração de cinco meses e terminará em Julho com a apresentação de um espetáculo realizado pelos alunos. Vale ressaltar também que ele democratiza o acesso ao teatro”, comenta o secretário municipal da Cultura, Guto Zanette. 
Oficina de Teatro - Educandário
Fonte: Blog Concon / Classinew

domingo, 30 de dezembro de 2012

LEITURA CRÍTICA DE TEXTOS CONTRIBUI PARA O ENSINO ESCOLAR



 Genival Ferreira de  Miranda

         

A linguagem se transforma histórico socialmente, por isso não é estática, por isso os modelos de ensino também devem mudar e acompanhar a essa transformação. A educação é comum para todos, já não pode ficar circunscrita à alfabetização ou à transformação, mecânica três técnicas da vida civilizada, ler escrever e contar. Deve-se estabelecer um caráter democratizado e modernizador da sociedade, abandonando seu caráter elitista excludente. Par tanto, é necessário que o professor investigue quais conhecimentos o aluno já construiu sobre linguagem verbal para poder organizar a sua intervenção de maneira adequada. Esse procedimento precisa ser garantido não só nos ciclos iniciais, mas durante todo o processo de ensino e aprendizagem, não é, portanto, esporádico. Após a realização das atividades de leitura e escrita, é possível saber o que foi aprendido pelos alunos para poder identificar o que é necessário ser trabalhado a seguir, tendo em vista os objetivos propostos. No entanto, a analise daquilo que foi ou não aprendido precisa ser realizado num contexto em que se considere também o que foi de fato ensinado e a maneira pela qual isso foi feito. É a partir da relação estabelecida entre ensino e aprendizagem que se torna possível ao professor compreender melhor por que alguns aspectos dos conteúdos abordados foram mais bem aprendidos que outros. Isso pode fornecer informações mais precisas para modificar a intervenção, caso seja necessário, dotando sua pratica de maior qualidade.

Pode-se dizer, assim, que a questão da transformação das praticas, métodos e conteúdos escolares estão em pauta desde que a escola deixou de ser, no plano do embate político, ainda que não de fato, um privilégio de um segmento social para se tornar um direito de todos. O aprendizado da leitura e da escrita não pode ser feito como algo paralelo ou quase à realidade concreta do alfabetizando, é na medida em que o alfabetizando vai organizando uma forma cada vez mais justa de pensar, através da problematização de seu mundo, da analise crítica de sua pratica, irão podendo atuar cada vez mais seguramente no mundo.

Percebe-se que a leitura crítica contribui para o ensino de língua materna uma vez que a leitura constitui-se numa das atividades humanas essenciais, leio, penso, falo, ouço e escrevo. Portanto, ler, significa colher conhecimentos e o conhecimento é sempre um ato criador, pois obriga a redimensionar o que já está estabelecido, introduzindo meu mundo em novas séries de relações e em um novo modo de perceber o que me cerca, dominado assim a linguagem numa percepção própria, agregada de valores e cultura.

Não basta saber falar e escrever, é preciso dominar a linguagem para participar da vida do bairro, da cidade e do país. Pelo uso da linguagem, escolhendo as palavras certas para cada tipo de discurso, as pessoas se comunicam, trocam opiniões, têm acesso às informações, protestam e fazem cultura. Em outras palavras tornam-se cidadãs.

A Linguagem, escrita ou falada, pode apresentar-se de várias formas, dependendo de seus objetivos. Um bate-papo entre amigos, uma carta ou uma lista de compras são manifestações da linguagem. Nós nos comunicamos também usando diferentes registros. É fácil entender que se você tiver de falar com uma autoridade, certamente não usará termos, expressões e gestos dos que emprega quando está com os amigos num lugar informal. A comunicação, nesses casos, se dará em dois registros diferentes. Dominar a linguagem é saber usa-la de maneira adequada a seus destinatários, ou seja, adaptando-se a diferentes registros e de forma coerente com seus objetivos e com o assunto tratado.

Para que seja possível alguém ter o domínio de maneira eficaz da linguagem, deve ser capaz de produzir e interpretar textos, tanto para as necessidades do dia-a-dia, escrever um recado, ler as instruções de uso de um eletrodoméstico, como para ter acesso aos bens culturais e à participação plena no mundo letrado, entender o que é dito num telejornal e ler um livro de poesias.

Muitas pessoas acreditam que o ato de ler se resume em saber identificar o código alfabético, porém não entendem que o ato de ler é muito mais abrangente do que a leitura da escrita, por isso é preciso ler, mesmo antes de dominar o alfabeto. A tradição ensina que alfabetizar é tratar da linguagem escrita e lecionar Português é trinar os alunos a representar graficamente a fala pela combinação das letras do alfabeto. Na verdade muito mais do que isso. Falar e escutar, além de ler e escrever são ações que permitem produzir e compreender textos.

A leitura é um ato de compreensão do que se vê ou se sente por isso às crianças iniciam seu aprendizado de leitura do mundo a partir de sentimentos anteriores aos da visão, aprende a respirar e, aos poucos, troca um modo de viver por outro, percebendo novas realidades, por meio do tato, olfato, paladar etc. Acrescenta, mais tarde, a essa percepção quase apenas sensitiva da linguagem oral e depois o da escrita que a primeira palavra lida inaugura. Sendo assim, ler significará para sempre o ato de compreender, estabelecer relações inicialmente individuais com cada objeto, ampliando-as mais tarde.

Cabe à escola desenvolver também a linguagem oral de seus alunos. Aprende-se a fala fora dos bancos da escola, mas na sala de aula é possível mostrar as falas mais adequadas e eficientes nas diferentes situações cotidianas, como também estabelecer a leitura como um processo de relação dinâmica que vincula a linguagem à realidade.

Ler e escrever são atividades que se complementam. Os bons leitores têm grandes chances de escrever bem, já que a leitura fornece a matéria-prima para a escrita. Quem lê mais dispões de um vocabulário mais rico e compreende melhor a estrutura gramatical e as normas ortográficas da Língua Portuguesa. Quanto mais variados, interessantes e divertidos forem os textos que se apresentam aos alunos, maior será a chance deles se tornarem leitores hábeis. Se na sala de aula só entrarem aqueles textos escritos explicitamente para ensinar a ler, que despertam pouca atenção nos alunos, provavelmente eles se desinteressarão da leitura e terão dificuldade em aprender.

Em muitas escolas a Língua Portuguesa ainda é ensinada de maneira formal, chata, sem entusiasmo. Esse tipo de ensinar não atende às necessidades da sociedade. Cada vez mais o aluno terá de compreender a escrever textos diferenciados, claros e criativos. Não é preciso quebrar a cabeça para conseguir textos diversificados para utilizar em classe. Eles estão por toda parte, são jornais, folhetos de propaganda, revistas. Até algumas embalagens de produtos alimentícios trazem pequenos textos repletos de informação. O importante é que o material escrito apresentado aos alunos seja interessante e desperte a curiosidade das crianças. Lembrando que textos literários e poesias também devem ser utilizados.

É necessário também incentivar a leitura diária, não se formam bons leitores se eles não tem um contato íntimo com os textos. Há inumeras maneiras de fazer isso, os alunos podem ler em silêncio, ou em voz alta, em grupo ou individualmente, ou o professor lê um texto para a turma. Tais possibilidades devem ser escolhodas de acordo com a atividade que está sendo desenvolvida em classe.

Para que os alunos tenham condições de gostar de ler, precisam ter contato com leituras  de diferentes níveis e assuntos. Quando a criança já lê textos simples por conta própria, o professor deve ampliar seu reertório de conhcecimentos monstran-lhe outras leituras. Por exemplo, lendo para classe jornais, revistas e livirs infantis. Isso faz com que a criança compreenda que existem textos feitos para informar, para divertir e que podem ser fonte de prazer. Com eles, o leitor pode "viajar" para lugares diferentes. O alunos logo entenderá que vale a pena se esforçar, pois ele também podera usufruir tais prazeres.



Referencia Bibliográficas:

Parâmetros Curriculares Nacionais – Ministério as Educação – Secretaria da Educação Fundamental. 3ª ed – Brasília: A secretaria, 2001.

PERROTTI, E. Confinamento Cultural Infância e leitura, São Paulo, 112p. Ed. Summus

MACHADO, ANA M. Como e por que ler os Clássicos Universais Desde Cedo, São Paulo, 146 p – Ed. Paz e Terra.

LEMER, D. Ler e Escrever na Escola, S120p. Ed. Artmed


quarta-feira, 26 de dezembro de 2012

Natal Somos Nós!

                        
                            Natal somos nós quando decidimos nascer de novo, a cada dia, nos transformando. Somos o pinheiro de natal quando resistimos vigorosamente aos tropeços da caminhada. Somos os enfeites de natal quando nossas virtudes, nossos atos, são cores que adornam. Somos os sinos do natal quando chamamos, congregamos e procuramos unir. Somos luzes do natal quando simplificamos e damos soluções. Somos presépios do natal quando nos tomamos pobres para enriquecer a todos. Somos os anjos do natal quando cantamos ao mundo o amor e a alegria. Somos os pastores de natal quando enchemos nossos corações vazios com Aquele que tudo tem. Somos estrelas do natal quando conduzimos alguém ao Senhor. Somos os Reis Magos quando damos o que temos de melhor, não importando a quem. Somos as velas do natal quando distribuímos harmonia por onde passamos Somos Papai Noel quando criamos lindos sonhos nas mentes infantis. Somos os presentes de natal quando somos verdadeiros amigos para todos. Somos cartões de natal quando a bondade está escrita em nossas mãos. Somos as missas do natal quando nos tomamos louvor, oferenda e comunhão. Somos as ceias do natal quando saciamos de pão, de esperança, qualquer pobre do nosso lado. Somos as festas de natal quando nos despimos do luto e vestimos a gala. Somos sim, a Noite Feliz do Natal, quando humildemente e conscientemente, mesmo sem símbolos e aparatos, sorrimos com confiança e ternura na contemplação interior de um natal perene que estabelece seu Reino em nós. Obrigado Jesus! Por vossa luz, perdão e compreensão. Feliz Natal, Amigos!