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terça-feira, 18 de junho de 2013

TEMPOS SEM EDUCAÇÃO

Tenho saudade da sala de aula há 20 anos atrás, onde os alunos ainda se comportavam como alunos, estavam na escola para aprender alguma coisa, isso é, a escola é lugar de se aprender alguma coisa que se vai utilizar na vida, podendo se desenvolver como pessoa e cidadão.  Passado algum tempo os alunos tem mudado cada vez mais o seu comportamento dentro da sala de aula. Por exemplo, um hábito muito comum é não ouvir o professor, despreza-lo, como se ele não existisse, falar muito alto (gritar) quando o professor explica a matéria, como se o que o professor está tentando ensinar, fosse algo já aprendido. Não sei quem inventou esse negocio de “Escola para todos”, escola deveria ser para quem quer, para quem necessita, para todos que estão abertos a apreender.
Muitas vezes me pergunto; “Porque certos alunos vão à escola?”, vivem gritando, não prestam atenção em nada, reclamam de tudo: reclamam se tem que escrever na aula de produção de texto, mas se não escrever na aula de produção de textos não aprendo a escrever? Reclamam das atividades extra classe, aula na sala de multimídia é dispersão total, o que pode atrair os alunos de hoje? Ah! Já sei internet!! Sim, vamos pesquisar na internet, quando menos percebemos lá estão eles entrando em jogos e o laboratório de informática se torna uma “lan hause”
Falta de atenção, agressividade, baixo rendimento escolar, baixa auto-estima, falta de cuidados com o corpo, falta de respeito com os colegas, professores e funcionários, violência etc. Enfim, qual o professor que não se deparou com esses "problemas?" Acredito que todos ou quase todos.
O que fazer então para melhorar esse quadro? Como a professor poderá contribuir diante destes comportamentos? Haverá uma receita? Uma fórmula mágica? Claro que não.
Sabe-se que o comportamento dos alunos está diretamente ligado ao meio em que vive. Quase sempre as relações sociais exercem grandes influências sobre as suas atitudes. Conclui-se então que, o processo de socialização é o ponto de partida para as mudanças de atitudes.
Penso que os alunos vivem num ambiente onde todas as pessoas gritam ninguém fala baixo, isso denota uma grande disputa por atenção, normalmente ninguém se ouve mais, todos querem atenção e por isso o grito se torna um habito comum, porem dentro do crivo das boas maneiras e dos hábitos aceitos sociavelmente esses maus hábitos, chamam de falta de educação e boas maneiras.

Defendo a ideia de se programar projetos de reeducação social, onde as famílias possam ser orientadas, podendo aprender a viver de maneira salutar respeitando as diferenças e a individualidade, reconstruir as boas maneirar que ajudam as pessoas a conviver no coletivo, para isso às pessoas precisam deixar de ser egoístas e individualistas. Resgatar esse sentido de viver harmoniosamente na coletividade é fundamental para a educação. Por isso esse tipo de educação que era aplicado pelas famílias aos seus filhos, não existe mais, por isso deve ser feito pelo caminho inverso, as famílias precisam ser educadas para que os filhos e alunos se comportem positivamente no contexto social.  A educação começa quando podemos nos relacionar com respeito, reconhecendo nossos limites, com a consciência que a nossa liberdade termina quando começa o direito do outro.

Por: Genival Ferreira de Miranda
Membro da Academia Olimpiesne de Letras



terça-feira, 2 de abril de 2013

CINEMA NA ESCOLA


De todos os seres viventes no nosso planeta o “homem” é o único capaz de produzir “arte”. Assim, desde os primórdios a arte faz parte de nossa vida, sempre nos diferenciando dos demais seres à nossa volta, pois por meio dela representamos o nosso mundo, expressamos nossos sentimentos e procuramos uma compreensão para aquilo que somos e fazemos. Certamente que sem a “arte” nossa vida seria incompleta, por que não teríamos essa “linguagem” para expressar plenamente todas as nossas emoções e paixões. A linguagem cotidiana ou a linguagem científica dão conta de uma parte da realidade. No entanto, só a arte é capaz de dar conta daquilo que não pode ser enunciado, mas que ainda assim e por isso mesmo é essencial (Ferreira, 2008).
O Cinema, conhecido como a Sétima Arte, é uma nova maneira de expressarmos nossas idéias, sensações, opiniões; é um novo jeito de nos conectarmos com outras pessoas e com o mundo ao nosso redor. Antes do surgimento do Cinema, que ocorreu na passagem do século XIX para o século XX, isso era feito prioritariamente através das outras Seis Artes (Música, Dança, Pintura, Escultura, Literatura e Teatro). Mas, apesar de seu recente tempo de vida, o Cinema já nos trouxe muitas possibilidades de encantamento, reflexão e aprendizado.
Há mais de um século o cinema encanta, provoca e comove bilhões de pessoas em todo mundo. Dentre estes bilhões de pessoas que regularmente foram, vão e irão assistir a filmes na sala escura do cinema, certamente estão incluídos milhões de professores e alunos. Apesar de ser uma arte centenária e muitas vezes ao longo da história ter sido pensado como linguagem educativa, o cinema ainda tem alguns problemas para entrar na escola. Não apenas na chamada escola tradicional, mas também dentro da escola renovada, generalizada a partir dos anos 70, o cinema não tem sido utilizado com a frequência e o enfoque desejáveis.  A maioria das experiências relatadas ainda se prende ao conteúdo das histórias, às fabulas em si, e não discute outros aspectos que compõem a experiência do cinema. O problema é que os filmes se realizam em nosso coração e em nossa mente menos como histórias abstratas e mais como verdadeiros mundos imaginários, construídos a partir de linguagens e técnicas que não são meros acessórios comunicativos, e sim a verdadeira estrutura comunicativa e estética de um filme, determinando, muitas vezes, o sentido da história filmada. Dentro desta perspectiva podemos discutir não apenas a ação do professor interessado em iniciar-se no uso do cinema na sala de aula, mas também com aquele que deseja incrementar sua didática, incorporando filmes como algo mais do que ilustração de aulas e conteúdos.

terça-feira, 4 de dezembro de 2012

Como se resolve a indisciplina?


Que a profissão docente passa por um momento delicado é algo reconhecido não apenas por quem faz da sala de aula o seu dia a dia, mas também pelos estudiosos que se debruçam sobre o assunto. Philippe Perrenoud, referência na sociologia da Educação, costuma afirmar que nunca foi tão difícil ser professor. 

Isso porque a escola passa por dois movimentos de mudança - ambos externos aos seus muros. Por um lado, cobra-se cada vez mais tarefas da instituição: ensino dos conteúdos regulares, temas transversais, cidadania, ética, educação sexual e por aí vai. De outro, afirma o especialista, "as condições de exercício da profissão estão cada vez mais difíceis". 

Entre essas dificuldades, a indisciplina lidera  a lista de queixas. Pesquisa realizada por NOVA ESCOLA e Ibope em 2007 com 500 professores de todo o país revelou que 69% deles apontavam a indisciplina e a falta de atenção entre os principais problemas da sala de aula. Só quem sente na pele a questão no cotidiano tem a real dimensão de como o problema é desgastante, levando ao desestímulo com a profissão e, muitas vezes, até ao abandono.

Mas, calma. Respire. É possível, sim, virar esse jogo. Quer conseguir uma turma atenta e motivada? Sim, é possível. Na maioria das vezes, trata-se de um trabalho de longo prazo, com avanços e recuos e rediscussões permanentes, em que o trabalho em equipe é essencial. Não há receita mágica, mas muitos caminhos para chegar lá. 

Fonte: http://revistaescola.abril.com.br/gestao-escolar/diretor/indisciplina-503228.shtml

Indisciplina na Aula

        

Um comportamento indisciplinado é qualquer acto ou omissão que contraria alguns princípios do regulamento interno ou regras básicas estabelecidas pela escola ou pelo professor ou pela comunidade. A indisciplina é uma resposta à autoridade do professor.
 
O aluno contesta porque não está de acordo com as exigências do professor, com os valores que ele pretende impor, com os seus critérios de avaliação, a sua parcialidade, ... Existe entre o professor e o aluno uma relação desequilibrada. O aluno não aceita o professor ou a sua disciplina. O professor não consegue motivar o aluno ou despertá-lo ou cativá-lo. 

Os motivos da indisciplina podem ser extrínsecos à aula , tais como problemas familiares, inserção social ou escolar, excessiva protecção dos pais, carências sociais, forte influência de ídolos violentos, etc. Nestes casos o professor pouco pode fazer. No entanto existem outras causas que resultam de disfunções entre os alunos e a escola.
Desmotivação dos alunos e o desinteresse explicito por aquilo que se pretende ensinar ou qualquer outro comportamento inadequado, por vezes não são mais do que chamadas de atenção ao professor sobre os seus métodos de ensino ou sobre as estratégias de relação na aula. O professor deve ser explícito e justo na negociação do contrato que é feito com os alunos. A alteração das regras pode provocar indisciplina.Um aluno indisciplinado pode não ter insucesso.

O aluno traz para a aula os valores e atitudes que foi apreendendo até aquele momento. A indisciplina pode ser um reflexo da ausência de condições para uma adequada educação familiar.

A indisciplina pode surgir como a outra alternativa ao seu insucesso escolar, procurando deste modo "valorizar" a sua relação com os outros. Este insucesso não se refere exclusivamente às classificações nas disciplinas, mas também em certos valores, que ele pensa serem assumidos pela comunidade, e que o aluno não vê reflectido nele.

A própria constituição física ou intelectual do aluno pode provocar comportamentos indisciplinados. A imaturidade, a vadiagem, a desatenção, a incapacidade de fixação, o baixo rendimento escolar, a agressividade devem ser pesquisadas como sintomas de distúrbios mais profundos (quer fisiológicos, quer emocionais), que é preciso tratar, sem o qual as repressões ou sanções serão totalmente ineficazes e até contraproducentes.

A Conversa entre os alunos pode ser outra forma de indisciplina. Os alunos falam e continuam a falar, mesmo depois do professor os chamar à atenção.
  • Porquê a necessidade de conversar nas aulas ?
· Para relatar assuntos exteriores à sala de aula.
· Para mostrar que faz parte do grupo/turma.
· Para mostrar oposição à autoridade do professor.
· Para esclarecer ou compreender o que o professor acabou de dizer.
· Para mostrar o seu descontentamento com a disciplina e/ou o professor. Etc .

*Utilizam-se estratégias adequadas a cada aluno e a cada situação. A linguagem e o discurso adequados do professor são instrumentos capazes de alterar alguns comportamentos. 


Como prevenir comportamentos indesejáveis numa aula?

A prevenção deverá ser ponderada. 

No inicio do ano escolar os desconhecidos encontram-se com apreensão. Tanto o professor como os alunos fazem avaliações mútuas. O professor utiliza estratégias mais ou menos adequadas de modo a prevenir comportamentos indesejáveis. Define as regras comportamentais, de um modo explicito ou não, entre os alunos e entre si e eles, principalmente se a turma se mostra muito indisciplinada. Regras estas que vão sendo reforçadas ou tornam-se flexíveis ao longo do ano, paralelamente a uma pioria ou uma melhoria das atitudes dos alunos. 
O professor é um líder. Para os alunos, o professor é a imagem de um ideal (positivo ou negativo), queira-se ou não.
Um objectivo do professor é favorecer um determinado modelo de conduta. Favorecer o desenvolvimento de comportamentos e uma forma de estar na vida para o aluno.
O professor assume no início algumas atitudes, que ao longo do ano se tornam mais ou menos flexíveis:
- mostrar-se sério nas primeiras aulas, não tendo um sorriso fácil;
- impedir ou limitar as saídas durante a aula;
- não permitir que se levantem do lugar sem que peçam autorização;
- não permitir que troquem materiais sem que peçam autorização;
- dispor os alunos em lugares fixos de modo a favorecer a cooperação e a concentração;
- quando um aluno ou o professor fala os outros escutam;
- não confundir a simpatia com o "porreirismo da silva".
Se o professor assumir uma atitude disponível mas realista, dando confiança aos alunos mas sem perder a situação e sem se mostrar inutilmente permissivo, é possível que consiga evitar alguns conflitos. 

É muito importante a fase inicial do ano. Torna-se conveniente evitar o mais possível o recurso a castigos e a críticas. O professor deve assumir a atitude de quem detém um poder mas não se sabe bem quanto nem quando o vai usar. Se um professor usa demais as mesmas armas, acaba por ficar desarmado. Não é aconselhável a censura permanente, sendo mais adequado ignorar os comportamentos incorrectos que não perturbem directamente com o desenrolar da aula. Utilizam-se estratégias adequadas a cada aluno e a cada situação.
        
A seguir apresentam-se a algumas estratégias que o professor pode adoptar para prevenir comportamentos indisciplinados.
» Reflectir sobre as atitudes e funções do professor .
» Planificar a aula cuidadosamente em todos os seus momentos. Promove-se a concentração. Quanto mais eficaz e bem organizada for uma aula, melhor vai ser o comportamento de cada aluno.
» Cativar os alunos para a sua disciplina, de modo que eles não digam que "a veradeira vida é lá fora".
» Observar cada aluno.
» Favorecer o desenvolvimento da autoconfiança.
» Fomentar o respeito mútuo entre os alunos e entre os alunos e o professor.
» Discutir com os alunos o regulamento de uma turma, respeitando-o e fazendo-o respeitar.

sexta-feira, 23 de novembro de 2012

Como lidar com pessoas mal educadas?



             Com o mundo louco de hoje em dia, está cada vez mais necessário mostrar educação e paciência. Trabalho com educação e percebo que o meu trabalho é infinitamente mais difícil, principalmente quando notamos que algo está mudado em nossa sociedade. Nos dias de hoje é raro encontrar alguém que seja extremamente educado em suas ações, não é impossível, mas é raro. Antigamente isso já foi mais comum e parece que educação e gentileza são palavras do passado. Por não ter justamente isso que o mundo está do jeito que está. A falta de paciência de alguns com a falta de educação de outros. 
            A educação  e os bons costumes não são praticas que foram criadas nos dias de hoje , é bastante antigo, desde o tempo em que homem jogava sua blusa em cima de uma poça de água para a mulher passar, puxava a cadeira para ela sentar, entre outras coisas. Por muitos lugares que andamos hoje nem o básico “Muito obrigado” ouvimos. Palavras básicas e essenciais para evitar qualquer transtorno e ter o mínimo de educação “Muito obrigado”, “Com licença”, “Por favor” e “Me desculpe”, palavras assim são simples, mas nem todos utilizam. Não somente usar de tais palavras, mas evitar situações inadequadas também é sinal de boa educação.
            É muito comum encontrar pessoas que não sabem se comportar dentro de um grupo e muitas vezes essas pessoas são chamadas de anti-sociais, normalmente não pensam no outro ou na coletividade, sempre estão preocupadas em fazer o que querem sem se preocupar se estão agradando ou não.  
            Devemos ter a consciência de que uma pessoa mal educada sempre trabalha de mau humor, porque não sabe ser feliz. Não sendo feliz, a má educação, apresenta-se como um sintoma colateral e assim sendo, não gosta do que faz, não é feliz no amor, tem casa, mas não tem um lar, não tem amigos, não tem família.
            O encontro com uma pessoa mal educada deve fortalecer nossa atitude de não sermos igual a ela. A reação diante de uma pessoa mal educada deve ser tratá-la com gentileza.
            Se você deseja ser educado, confira algumas dicas que nós daremos. Primeiro de tudo é importante manter a calma e ter autocontrole. Ninguém é educado se fizer drama independente da situação. Chamar a atenção definitivamente não é sinal de uma pessoa educada, pois pessoas educadas são discretas, tente não utilizar palavrões, essa também é uma maneira de não chamar a atenção. Não fale sobre vulgaridades, uma pessoa educada não toca nesse tipo de assunto e a linguagem diz muito sobre o que a pessoa representa. Cuidar da aparência é essencial, pode ser esquisito, mas se você estiver bem cuidado e bem arrumado já passa uma impressão de uma pessoa mais educada. Ainda na aparência, tome cuidado com sua postura, uma postura desleixada é sinônima de desorganização e bagunça e não de educação.
            O respeito é um item extremamente importante da educação. Para se mostrar educado com alguém, respeite-a e você também será respeito, afinal gentileza gera gentileza. Todas essas dicas servem para o mundo inteiro e para que as pessoas possam mudá-lo começando por si mesmas.

Genival Miranda

quinta-feira, 23 de agosto de 2012

REFLETINDO SOBRE TEATRO NOS PROJETOS SOCIAIS



Trabalho em Projetos Sociais a dez anos, quero aproveitar este espaço e colocar a minha experiência na aplicação de oficinas de teatro fora da sala de aula, uma vez que o teatro na escola na minha opinião inda não é valorizado. Sendo assim o teatro sem compromisso em outros espaços é instrumento de reflexão e interação. Comecei a desenvolver em 2003 o projeto de formação humana na Associação Olimpiense de Promoção ao Adolescente, onde preparava jovens adolescentes de 14 a 18 anos para o mercado de trabalho, o aprendizado era realizado com "Role Playing", jogos teatrais, exercícios de oralidade, para quebra de timidez e desinibição, desenvolvendo lideranças..etc...os resultados foram ótimos, de maneira que ate houve reflexo no rendimento escolar destes jovens, preparando-os de fato para o mercado de trabalho.

O teatro possui valorosa importância social na ação educativa e oferece inúmeras situações de aprendizagem, interagindo com o cotidiano da comunidade. Assim, funciona como elo entre cultura, sociedade e indivíduo.
Nos projetos sociais podemos trabalhar os grupos desenvolvendo temas e situações do cotidiano de sua comunidade, a encenação com as crianças e adolescentes de problemáticas propõe uma reflexão sua realidade e causa outro olhar para coisas que não são pensadas. O teatro tem o poder de transformar, tanto para quem faz como para quem assiste. Quando falamos de comportamento, disciplina e regras, neste caso estamos falando do contexto social de convivência. Os conflitos são melhor entendidos quando são encenados, a repetição ou imitação do que se vive, pode mudar a forma de sentir, e com isso aprendemos muito mais a lidar com os conflitos.

CONVERSA COM EDUCADORES POR RUBENS ALVES


"O estudo da gramática não faz poetas. O estudo da harmonia não faz compositores. O estudo da psicologia não faz pessoas equilibradas. O estudo das "ciências da educação" não faz educadores. Educadores não podem ser produzidos. Educadores nascem. O que se pode fazer é ajudá-los a nascer. Para isso eu falo e escrevo: para que eles tenham coragem de nascer. Quero educar os educadores. E isso me dá grande prazer porque não existe coisa mais importante que educar. Pela educação o indivíduo se torna mais apto para viver: aprende a pensar e a resolver os problemas práticos da vida. Pela educação ele se torna mais sensível e mais rico interiormente, o que faz dele uma pessoa mais bonita, mais feliz e mais capaz de conviver com os outros. A maioria dos problemas da sociedade se resolveria se os indivíduos tivessem aprendido a pensar. Por não saber pensar tomamos as decisões políticas que não deveríamos tomar. Se você desejar saber com detalhes o que penso sobre a educação, leia os livros que se encontram na sala Biblioteca. Nas minhas conversas com educadores meus temas favoritos são: A alegria de ensinar, A educação dos sentidos, O prazer de ler, A arte de pensar, O educador como sedutor, O educador como feiticeiro, O educador como artista, O educador como cozinheiro, As leis do pensar criativo, Anatomia do pensamento: informação, razão, inteligência, conhecimento, alegria, Aprendendo a desaprender, Entre a ciência e sabedoria: o dilema da educação, Educação e política, Educação e Vida, Aprendizagem e prazer." - Rubem Alves.


Os projetos de artes/teatro devem propor um olhar de aproximação às potencialidades expressivas de cada um de nós, para que se possa buscar a essência de uma educação mais sensível.Educação que respeite e promova a expressão lúdica e artística.Educação que seja a semente do cidadão pleno: aquele que se reconhece em sua própria narrativa e é capaz de brincar e celebrar a existência.

terça-feira, 29 de maio de 2012

EDUCAR BEM? DE QUEM É ESSE PAPEL?

Há um consenso na sociedade de que é importante educar bem. Mas, afinal, o que é educar bem? A resposta a esta pergunta parece simples, mas não é, pois envolve diferentes concepções do papel da escola, da sociedade e da família.

A família, seja ela tradicional ou não, é a principal responsável pela educação de uma criança. É na família que a criança aprende a dar e receber afeto, administrar a explosão de sentimentos, uma religião (ou a não ter religiões), hábitos de higiene e de ordem, compartilhar vivência e a língua materna (ou as línguas, em alguns casos). A maior parte dos aprendizados que ocorrem no contexto familiar se dá pela observação do que fazem os pais. Se os pais têm o habito de se ofenderem com palavras de baixo calão, a criança aprendera rapidamente a fazer o mesmo. Se, ao contrário, os pais vivem numa relação de mutuo respeito, a criança tenderá a reproduzir este respeito na relação com ele e com outras pessoas de sua convivência diária. Da mesma maneira, se os pais gastam o tempo livre na frente da televisão, não podem esperar que seus filhos aprendam a gostar de ler bons livros.

Mas há um aprendizado ainda mais importante que a família transmite: valores. É como os pais e demais familiares que aprendemos a valorizar o esforço e a ética, ou alternativamente a malandragem e a esperteza. Também aprendemos a ser generosos, a ter compaixão, ou a sermos gananciosos e autofocados.

No entanto, a educação não se restringe à família. A escola também tem importante papel, não apenas na formação de hábitos e na disseminação de valores, como no desenvolvimento de competências para a vida futura dos alunos como cidadãos profissionais. Assim, cabe à escola promover a capacidade de leitura e interpretação de textos, de comunicação escrita competente, de raciocínio matemática e deve instigar uma mente investigativa nos alunos, base para conhecimento e pesquisa cientifica. Ao mesmo tempo a escola deve repassar conhecimentos que garantam aos estudantes a compreensão do processo histórico, das ações e reflexões de seus personagens e pensadores, da localização dos acidentes geográficos, das comunidades humanas e suas atividades no planeta e também das leis que regem os fenômenos naturais. E o mais desafiador é garantir a ligação entre os saberes. É importante ensinar diferentes disciplinas. Mas é igualmente relevante mostrar os vínculos entre elas. Afinal, o mesmo ser humano que se questiona sobre o destino último de nossa condição está submetido a leis físicas, a uma herança histórica e aos condicionantes que sua geografia lhe impõe.

É papel da sociedade como um todo educar bem os seus cidadãos. Pensando em algumas recomendações que poderiam ser dadas a educadores, pais, crianças e jovens. Para os pais é muito importante ter em mente que a educação é tarefa prioritária da família e que ela ocorre não por discursos aos filhos, mas peã observação direta que eles fazem, no cotidiano, de nossas ações e dos valores que pautam nossas vidas. Aos educadores, deve-se desenvolver um espírito de profissionalismo e responsabilidade e, ao mesmo tempo, lembrar que o educador (diz Rubem Alves), é uma árvore frondosa que dá sombra e faz com que os alunos queiram ficar lá debaixo de seus galhos levantados para céu, enquanto as raízes buscam alimento. Encantar e instigar são as palavras chave.

Aos alunos, a proposta é saber que vocês são protagonistas dos seus sonhos. A família lhes ensina valores, a escola lhes da conhecimentos, mas vocês são portadores de sonhos de futuro e ninguém vai construí-los para vocês. Após receber uma boa educação, cabe a cada um construir sua vida e, com muito esforço e alguma sorte, ser gente da construção do futuro ou lamentar os insucessos ocorridos. Mas tudo começa com a formação de um sonho, seja ele qual for.

Mas o que é educar bem para um estado ou município? É investir com persistência na melhoria do ensino, com instrumentos adequados para aferir se as crianças estão aprendendo, incluir todos na escola, garantindo educação de qualidade para todos e para cada um. O mais importante para educação é a vivencia de bons valores, honestidade, respeito, caridade, compaixão e retidão. Os Sonhos ajudam a construir um mundo mais bonito! 
Genival Ferreira de Miranda
Pedagogo

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

A importância em fazer as Crianças lerem.

Hoje em dia, tantas informações e tantos jogos e brinquedos interessantes e animados, como fazer as nossas crianças perceberem a importância de ler? Com tantos estímulos ao seu redor, como um livro pode concorrer?
Todos nos sabemos a importância da leitura e o mundo que os livros podem apresentar, e como a imaginação pode ser estimulada através do livro! E atualmente temos muitos livros que são escritos principalmente para as crianças e adolescentes.
Sabemos que o exemplo dos pais é um fator fundamental na educação das crianças. Portanto, num primeiro momento, se os filhos vêem seus pais lendo, eles provavelmente também se interessarão pelos livros. Então, vamos ler e mostrar a eles o prazer da leitura.
Desde pequenos, as crianças devem ser apresentadas aos livros, que devem ser coloridos, atraentes, divertidos e alegres. Os pais têm uma enorme responsabilidade em ler para os seus filhos antes de dormir, incentivando-os e aproveitando momentos gostosos através da leitura. O livro não deve ser uma obrigação e sim um prazer. Um dos problemas atuais nas escolas é sem duvida a escolha dos livros nas diversas séries. Às vezes, uma escolha mal feita leva o aluno a não gostar de ler. Por isso, é importante que a idade dos alunos seja respeitada e o gênero do livro seja condizente com seus interesses.
Outro fator importante é não forças os filhos a ler. A leitura pode se transformar em um problema por causa da obrigatoriedade. Talvez o melhor a fazer seja ir a uma livraria com eles, para escolherem juntos os livros a serem lidos. Pergunte a seus filhos o que eles gostam, quais os assuntos que eles interessam, e desde modo você estará conhecendo melhor sua personalidade e gostos.
Depois que seus filhos lerem o livro, sentem-se e conversem sobre o que ele mais gostou da história, quais os personagens favoritos, mas não façam disso uma prova de conhecimento! E sim uma conversa gostosa sobre os personagens e o que aconteceu na história. É uma forma de conhecer melhor os pensamentos e valores dos seus filhos, e conversar a respeito de assuntos que vocês achem importantes.
Se já é difícil fazer nossas crianças lerem em casa, na escola a tarefa fica ainda mais complicada. Os professores querem que a leitura seja algo prazeroso, mas parece não conhecer o que é prazeroso para seus alunos. Muitas vezes, vejo alunos que já estão lendo um livro e reclamam que precisam parar de lê-lo para ler o que o professor mandou, que não é tão agradável quanto ao que estavam lendo. Temos que saber qual é o nosso objetivo como professor, estimular a leitura ou obrigar os alunos a lerem para simplesmente “aprenderem” alguma coisa.
E aprenderem o que? Como professores, podemos fazer da leitura algo muito prazeroso ou algo muito obrigatório, que incomoda e tira a vontade dos alunos lerem. O que vamos escolher?
Eu diria aos professores para conhecerem seus alunos, a faixa etária, e procurarem saber do que eles gostam, pelo que eles se interessam. Um livro interessante é um convite à leitura!
Outro fator a ser levado em consideração é que os gostos e interesses são diferentes para meninos e meninas, portanto também isto deve ser discutido com os alunos. Em um mês, os meninos lerão um livro que as meninas escolherem, e no próximo mês, as meninas deverão ler o livro que os meninos escolherem. Colocá-los em grupo para que discutam o que gostaram e o que não gostaram pode fazer a reflexão ficar bastante interessante e profunda.
Em vez de provas sobre o livro, os professores podem realizar atividades mais dinâmicas como, por exemplo, dramatizar algumas partes do livro, ou contar a história do livro para as classes dos alunos menores (dependendo do assunto, é claro!).
Discussões em grupo, cartazes, teatro, ampliam a criatividade e o gosto pela leitura. Vale lembrar que muitos de nos, hoje leitores ativos e vorazes, não gostamos de ler quando crianças. Portanto, ainda temos esperança de ver nossos filhos e alunos lendo no futuro!
Como explicar o sucesso de um Harry Potter? Como explicar milhares de crianças e adolescentes lendo um livro por pura vontade de ler em um mundo em que impera o Orkut, Twitters e Facebooks? São exemplos como o de Harry Potter que nos fazem acreditar que as crianças vão continuar gostando de ler no futuro, enquanto existir criatividade e dedicação de muitos autores.
A vontade de ler existe em toda criança, cabe somente aos pais e professores saber guiá-la da maneira correta. Vamos acreditar na nossa habilidade de entusiasmar nossas crianças a ler! Mãos à obra!



Genival Ferreira de Miranda
Professor, Pedagogo e especialista em Língua e Literatura

EDUCAR BEM? DE QUEM É ESSE PAPEL?

Há um consenso na sociedade de que é importante educar bem. Mas, afinal, o que é educar bem? A resposta a esta pergunta parece simples, mas não é, pois envolve diferentes concepções do papel da escola, da sociedade e da família.
A família, seja ela tradicional ou não, é a principal responsável pela educação de uma criança. É na família que a criança aprende a dar e receber afeto, administrar a explosão de sentimentos, uma religião (ou a não ter religiões), hábitos de higiene e de ordem, compartilhar vivência e a língua materna (ou as línguas, em alguns casos). A maior parte dos aprendizados que ocorrem no contexto familiar se dá pela observação do que fazem os pais. Se os pais têm o habito de se ofenderem com palavras de baixo calão, a criança aprendera rapidamente a fazer o mesmo. Se, ao contrário, os pais vivem numa relação de mutuo respeito, a criança tenderá a reproduzir este respeito na relação com ele e com outras pessoas de sua convivência diária. Da mesma maneira, se os pais gastam o tempo livre na frente da televisão, não podem esperar que seus filhos aprendam a gostar de ler bons livros.
Mas há um aprendizado ainda mais importante que a família transmite: valores. É como os pais e demais familiares que aprendemos a valorizar o esforço e a ética, ou alternativamente a malandragem e a esperteza. Também aprendemos a ser generosos, a ter compaixão, ou a sermos gananciosos e autofocados.
No entanto, a educação não se restringe à família. A escola também tem importante papel, não apenas na formação de hábitos e na disseminação de valores, como no desenvolvimento de competências para a vida futura dos alunos como cidadãos profissionais. Assim, cabe à escola promover a capacidade de leitura e interpretação de textos, de comunicação escrita competente, de raciocínio matemática e deve instigar uma mente investigativa nos alunos, base para conhecimento e pesquisa cientifica. Ao mesmo tempo a escola deve repassar conhecimentos que garantam aos estudantes a compreensão do processo histórico, das ações e reflexões de seus personagens e pensadores, da localização dos acidentes geográficos, das comunidades humanas e suas atividades no planeta e também das leis que regem os fenômenos naturais. E o mais desafiador é garantir a ligação entre os saberes. É importante ensinar diferentes disciplinas. Mas é igualmente relevante mostrar os vínculos entre elas. Afinal, o mesmo ser humano que se questiona sobre o destino último de nossa condição está submetido a leis físicas, a uma herança histórica e aos condicionantes que sua geografia lhe impõe.
É papel da sociedade como um todo educar bem os seus cidadãos. Pensando em algumas recomendações que poderiam ser dadas a educadores, pais, crianças e jovens. Para os pais é muito importante ter em mente que a educação é tarefa prioritária da família e que ela ocorre não por discursos aos filhos, mas peã observação direta que eles fazem, no cotidiano, de nossas ações e dos valores que pautam nossas vidas. Aos educadores, deve-se desenvolver um espírito de profissionalismo e responsabilidade e, ao mesmo tempo, lembrar que o educador (diz Rubem Alves), é uma árvore frondosa que dá sombra e faz com que os alunos queiram ficar lá debaixo de seus galhos levantados para céu, enquanto as raízes buscam alimento. Encantar e instigar são as palavras chave.
Aos alunos, a proposta é saber que vocês são protagonistas dos seus sonhos. A família lhes ensina valores, a escola lhes da conhecimentos, mas vocês são portadores de sonhos de futuro e ninguém vai construí-los para vocês. Após receber uma boa educação, cabe a cada um construir sua vida e, com muito esforço e alguma sorte, ser gente da construção do futuro ou lamentar os insucessos ocorridos. Mas tudo começa com a formação de um sonho, seja ele qual for.
Mas o que é educar bem para um estado ou município? É investir com persistência na melhoria do ensino, com instrumentos adequados para aferir se as crianças estão aprendendo, incluir todos na escola, garantindo educação de qualidade para todos e para cada um. O mais importante para educação é a vivencia de bons valores, honestidade, respeito, caridade, compaixão e retidão. Os Sonhos ajudam a construir um mundo mais bonito!

Genival Ferreira de Miranda
Pedagogo
Diretor Adm. ONG Humanizar

terça-feira, 19 de outubro de 2010

Origem do Dia dos Professores


Você sabe como surgiu o Dia do Professor?

O Dia do Professor é comemorado no dia 15 de outubro.
Mas poucos sabem como e quando surgiu este costume no Brasil.
No dia 15 de outubro de 1827 (dia consagrado à educadora Santa Tereza D’Ávila), D. Pedro I baixou um Decreto Imperial que criou o Ensino Elementar no Brasil. Pelo decreto, “todas as cidades, vilas e lugarejos tivessem suas escolas de primeiras letras”. Esse decreto falava de bastante coisa: descentralização do ensino, o salário dos professores, as matérias básicas que todos os alunos deveriam aprender e até como os professores deveriam ser contratados. A idéia, inovadora e revolucionária, teria sido ótima – caso tivesse sido cumprida.
Mas foi somente em 1947, 120 anos após o referido decreto, que ocorreu a primeira comemoração de um dia dedicado ao Professor.
Começou em São Paulo, em uma pequena escola no número 1520 da Rua Augusta, onde existia o Ginásio Caetano de Campos, conhecido como “Caetaninho”. O longo período letivo do segundo semestre ia de 01 de junho a 15 de dezembro, com apenas 10 dias de férias em todo este período. Quatro professores tiveram a idéia de organizar um dia de parada para se evitar a estafa – e também de congraçamento e análise de rumos para o restante do ano.
O professor Salomão Becker sugeriu que o encontro se desse no dia de 15 de outubro, data em que, na sua cidade natal, professores e alunos traziam doces de casa para uma pequena confraternização. Com os professores Alfredo Gomes, Antônio Pereira e Claudino Busko, a idéia estava lançada, para depois crescer e implantar-se por todo o Brasil.
A celebração, que se mostrou um sucesso, espalhou-se pela cidade e pelo país nos anos seguintes, até ser oficializada nacionalmente como feriado escolar pelo Decreto Federal 52.682, de 14 de outubro de 1963. O Decreto definia a essência e razão do feriado: “Para comemorar condignamente o Dia do Professor, os estabelecimentos de ensino farão promover solenidades, em que se enalteça a função do mestre na sociedade moderna, fazendo participar os alunos e as famílias”.

Professores não são mais respeitados como vinte anos atrás. Mas, hoje é o dia deles…

Nesta época de eleição todas as questões que envolvem o desenvolvimento humano e do país são ressaltadas e ganham milhares de possíveis projetos e intermináveis promessas. Leia também neste tópico as considerações do professor Genival Miranda sobre a data.
Dentre os temas debatidos alguns ganham mais espaço, devido à importância que representam ou que realmente deveriam representar. Como é o caso da educação. Você já reparou como políticos enchem a boca para falar em educação? Já percebeu que as propostas de mudanças no ensino ocupam muitos minutos na propaganda eleitoral?

Certamente muitos vagamente se lembram, da mesma forma com que se esqueceram da celebração de 15 de outubro e o que realmente representa o professor para o ensino brasileiro.
O dia de hoje para a maioria dos pais e alunos é visto como o último dia da “semana do saco cheio”, período em que os alunos não têm aulas, devido ao feriado de 12 de outubro e ao dia do professor, comemorado hoje.
Mas há tempos atrás, esta data mesma que não comemorada por todos, era vista com respeito e gratidão, da mesma forma com que a figura do professor era assimilada. (Líder News / Rio Preto)
Cena do filme Ao mestre com Carinho

O DIA DELE

Segundo postou hoje em seu Facebook, o professor Genival Miranda, de Olímpia, “no Brasil, o Dia do Professor é comemorado em 15 de outubro. A data remete aos tempos do antigo império – especificamente ao ano de 1847 -, quando D. Pedro I criou um decreto que instituiu o Ensino Elementar no Brasil. De acordo com a norma, todas as cidades e vilas brasileiras deveriam ter suas escolas de “primeiras letras”.
“De lá pra cá muita coisa mudou. Mas, este importante marco simboliza o primeiro passo da universalização do ensino básico brasileiro e o papel primordial do educador – o decreto falava, inclusive, de como os professores deveriam ser contratados”.
Para o professor Genival Miranda, “Professor não é o que ensina fórmulas, regras, raciocínios, mas o que questiona e desperta para a realidade. Professor é aquele que estende a mão, inicia o diálogo e encaminha para a aventura da vida. Professor é aquele que caminha com o tempo, propondo paz, fazendo comunhão, despertando sabedoria”.


ORAÇÃO DO PROFESSOR

Oração do Professor: Obrigado, Senhor, por atribuir-me a missão de ensinar e por fazer de mim um professor no mundo da educação.Eu te agradeço pelo compromisso de formar tantas pessoas e te ofereço todos os meus dons.São grandes os desafios de cada dia, mas é gratificante ver os objetivos alcançados, na graça de servir, colaborar e ampliar os horizontes do conhecimento.Quero celebrar as minhas conquistas exaltando também o sofrimento que me fez crescer e evoluir.Quero renovar cada dia a coragem de sempre recomeçar.Senhor! Inspira-me na minha vocação de mestre e comunicador para melhor poder servir.Abençoa todos os que se empenham neste trabalho iluminando-lhes o caminho .Obrigado, meu Deus,pelo dom da vida e por fazer de mim um educador hoje e sempre.Amém!


Texto: Blog do Concon

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

Professores não são mais respeitados como vinte anos atrás. Mas, hoje é o dia deles…


Nesta época de eleição todas as questões que envolvem o desenvolvimento humano e do país são ressaltadas e ganham milhares de possíveis projetos e intermináveis promessas. Leia também neste tópico as considerações do professor Genival Miranda sobre a data.
Dentre os temas debatidos alguns ganham mais espaço, devido à importância que representam ou que realmente deveriam representar. Como é o caso da educação. Você já reparou como políticos enchem a boca para falar em educação? Já percebeu que as propostas de mudanças no ensino ocupam muitos minutos na propaganda eleitoral?
Certamente muitos vagamente se lembram, da mesma forma com que se esqueceram da celebração de 15 de outubro e o que realmente representa o professor para o ensino brasileiro.
O dia de hoje para a maioria dos pais e alunos é visto como o último dia da “semana do saco cheio”, período em que os alunos não têm aulas, devido ao feriado de 12 de outubro e ao dia do professor, comemorado hoje.
Mas há tempos atrás, esta data mesma que não comemorada por todos, era vista com respeito e gratidão, da mesma forma com que a figura do professor era assimilada. (Líder News / Rio Preto)

domingo, 23 de agosto de 2009

Ser Criativo é ser inteligente



Nascemos criativos,mas,à medida que crescemos, nossa criatividade vai sendo sufocada por adultos interessados em “manter tudo como está”, porque o novo,o diferente, ameaça aquilo que está estabelecido, perturbando a harmonia da acomodação.
Acontece no lar, na escola e na sociedade.Mas aqueles que ousam perceber a riqueza e o potencial criativo das crianças, incentivando-as e promovendolhes os meios de desenvolvê-lo, descobrem, fascinados a contribuição que elas têm a dar, para tornar tudo mais interessante, atraente e belo. O resultado tem sido surpreendente e inspirador. É isso que está sendo repartido com você, educador/a de educação religiosa, através deste Criativando. E por ser dinâmico e criativo, está em suas mãos criar também ao usar esta material, descobrindo novas formas de fazer.


Sentiremos medo e solidão, mas encontraremos sempre a mão amiga daquele que morreu por nós ...