quinta-feira, 2 de junho de 2011

A FELICIDADE SÓ DEPENDE DE VOCÊ

"Muitas pessoas pensam que a felicidade somente será possível depois de alcançar algo, mas a verdade é que deixar para ser feliz amanhã é uma forma de ser infeliz."(Roberto Shinyashiki)

Conselhos

"Não deixe que a saudade sufoque, que a rotina acomode, que o medo impeça de tentar. Desconfie do destino e acredite em você. Gaste mais horas realizando que sonhando, fazendo que planejando, vivendo que esperando porque, embora quem quase morre esteja vivo, quem quase vive já morreu."


(Luiz Fernando Veríssimo)

sábado, 21 de maio de 2011

O QUE EU PENSAVA AOS DOIS ANOS DE IDADE??




Eu pensava que tudo fosse mágico e maravilhoso,

pensava que a maldade era algo que não existia,

que nada de ruim pudesse acontecer,

e que o mundo fosse doce e perfeito...

O bom da vida é:




"ACREDITAR NA LUZ QUE NOS ILUMINA."

sexta-feira, 22 de abril de 2011

PAIXÃO SEGUNDO O AMOR

Uma Reflexão Para Quem Viveu a Páscoa de Cristo...


Por que o Amor não pode mais ficar sozinho

Foi que resolveu se entregar à paixão.

E foi assim que Ele se rendeu...

Uma história de mistério, muitas vezes inacreditável:

Como pôde o Amor se entregar assim?

Outras vezes, inconcebível:

Eu jamais faria isso!

E poucas vezes imitada.

Não é fácil se entregar por alguém que não merece;

Antes é preciso se humilhar, servir, ser incompreendido.

Mas o Amor aceitou tudo isso e colocou-se no meio da avareza,

Da luxuria, do egoísmo, da vaidade, do orgulho

E de tantos outros irmãos corrompidos, e mostrou a eles a face de Deus.

Mas, que pena! Eles não quiseram ver!

O Amor esvaziou-se por completo; abaixou-se aos pés dos outros;

E esperou pela segunda bofetada.

Ele não errou em nada. Somente se doou em tudo e por inteiro.

Por fim aconteceu. A Paixão veio para Ele

Ainda que aquele momento de angustia tenha pedido ajuda do céu.

A paixão o encontrou. Depois a morte o abraçou.

E, para a nossa redenção, a gloria aconteceu.

Todo esse caminho para que nenhum irmão ficasse sozinho.




sábado, 2 de abril de 2011

REPENSANDO O PERFIL DO CONSELHEIRO (A)TUTELAR

Em alguns Municípios, estando próximas as eleições para Conselheiro (a) Tutelar, obviamente, nota-se grande ansiedade dos candidatos. Há os que desejam estar no cargo, para realmente dar justa contribuição, e os que visam apenas popularizar-se para futuras eleições - estes até compram o voto dos eticamente desavisados. As perguntas que mais se ouve, nos bastidores em geral são: Quem é candidato? Quantos vão concorrer? Quantos votos precisam para se eleger? Quem está apoiando quem? Qual é o salário de um conselheiro? ... Ouve-se pouco sobre qual a verdadeira atribuição de um Conselheiro (a) Tutelar. Certos candidatos eleitos só descobrem seu verdadeiro papel no meio ou no final do mandato de três anos. Surpreendidos, há aqueles que relatam a árdua tarefa de ser um Conselheiro (a). Alguns até confessam que se soubessem não teriam sido candidatos (as); outros, ainda, não tiveram outra escolha. Salvo exceções, muitos, por necessidade de sobrevivência e negligenciando a própria lei, preferem amargar os três anos de sufoco, a transferir o cargo para o suplente. Que se dane a infância e juventude maltratada deste País ...

Tal atitude prova o descaso para com a difusão das leis democráticas no Brasil que aprisiona o povo na ignorância. Como conseqüência, vemos em muitos Estados e Municípios a triste cena de pais de famílias, honestos e de boa vontade que, ao se descobrirem eleitos, sentem-se como num barco sem remo, pois o cargo exige muito mais do que mera experiência doméstica ou comunitária - um elevado grau de consciência e responsabilidades frente à causa da infância e juventude. Traídos pela desinformação, desprotegidos sofrem calados - à espera de um milagre pós-eleição, ou seja, terão 20 horas de treinamento para torná-los habilitados à função de Conselheiro. E lá se vão a suportarem toda sorte de críticas e humilhações sem poderem se defender, ao longo de 03 anos. E ao final, lamentavelmente, sendo justos e honestos, ainda correm o risco de serem tachados de incompetentes e protetores de bandidos – vitimados sob a ignorância de seus acusadores ocultos.

Por estas e outras, longe de propor receitas milagrosas, é preciso estar bem claro, tanto para quem deseja ser candidato quanto para os eleitores: não basta querer ser candidato ou só ir às urnas depositar o voto.

É necessário acompanhar os trabalhos antes, durante e após as eleições, seja para ajudar, quanto para cobrar, se preciso for. Todos devem estar cientes de qual deve ser o perfil de um verdadeiro candidato a Conselheiro Tutelar. Mais do que experiência com crianças e adolescentes, ele tem que conhecer as instituições e a população do seu Município, ser idôneo, conhecido, respeitado e aprovado por todos no trato com a infância e a juventude. O candidato tem que saber como a família, a comunidade, a sociedade e o poder público em geral estão agindo na proteção e garantia dos direitos à infância e à juventude, conforme preconiza a Constituição, em especial, a Lei 8.069/90-ECA. O candidato deve ser ético, trabalhar em parceria, evitando formas distorsivas de sua verdadeira atribuição. Embora haja diferença de pensamentos entre os seus membros, há, somente uma única e correta interpretação da lei na hora de agir, evitando sentimentalismos ou princípios dogmáticos, meramente individuais ou corporativistas.

É preciso ter pleno conhecimento do ECA e compromisso com a causa. Saber tomar decisões com paciência e muito discernimento, estando ciente do porquê, para que, quando, onde e como deve proceder para fazer encaminhamentos, requisições e representações das denúncias de casos que chegam para ser atendidos. Há muitos casos e diferentes atuações em que se torna difícil saber de quem é o papel ou a responsabilidade de solucionar.

Isto ocorre quando falta consciência da família, da sociedade ou dos poderes constituídos sobre suas reais atribuições. Nesta hora é preciso lidar com os conflitos sem abuso de autoridade, não perdendo o equilíbrio para não confundir a verdadeira e real obrigação do Conselho Tutelar frente à sociedade - que é a de multiplicar o número dos abnegados pela proteção dos direitos da criança e do adolescente, promovendo suas garantias pela fiscalização correta, sóbria, efetiva e permanente.

Caro leitor, como está a divulgação da lei 8.069/90-ECA em seu Município? Há parcerias entre o CMDCA, Conselho Tutelar e a Rede de Atendimento Social? E os Candidatos a Conselho e Conselheiros Tutelares estão conscientes de seus papéis? Participe, seja um parceiro desta nobre causa.