sexta-feira, 17 de novembro de 2017

ORIGEM DO PALHAÇO - PALHAÇO PITOCO

A origem do Palhaço?

Pesquisas feitas com pinturas de cerca de 5.000 anos na China, mostram algumas figuras de acrobatas e equilibristas. A partir dessa descoberta, surge a hipótese de que o circo tenha nascido em terras chinesas. Outra evidência disso é que na época, os guerreiros utilizavam a acrobacia como forma de treinamento para dar mais agilidade e força durante as guerras.
Na Grécia, eles eram chamados de stupides e os cicirus, depois vieram as denominações, os bobos da corte, grotescos, saltimbancos, e os fools.

Na commedia dell'arte apareceram, de certa forma, resquícios da dupla de cômicos, os zanni, servos da commedia dell'arte, cuja relação se aperfeiçoará nos palhaços. A eles cabia a tarefa de provocar o maior número de cenas cômicas, por suas atitudes ambíguas e suas trapalhadas e trejeitos. Existiam dois tipos distintos de zanni: o primeiro fazia o público rir por sua astúcia, inteligência e engenhosidade. De respostas espirituosas, era arguto o suficiente para fazer intrigas, blefar e enganar os patrões. Já o segundo tipo de criado era insensato, confuso e tolo. Na prática, porém, havia uma certa "contaminação" de um pelo outro. O primeiro zanni é mais conhecido como Brighella, e o segundo como Arlecchino.

O palhaço, como conhecemos, surgiu junto com a formação do circo, por volta do ano de 1776, onde os espetáculos seguiam rígida disciplina militar, a caixa dava o ritmo e tudo corria num tempo exato. Para quebrar essa estrutura e assim valorizar a peripécia de seus artistas surge o primeiro palhaço, o recruta atrapalhado, o contraponto.

PALHAÇO PITOCO


quinta-feira, 16 de novembro de 2017

CURSO DE TEATRO NA ACADEMIA CORPORE


PROJETO INICIAÇÃO TEATRAL OLIMPIA

O curso é promovido pela Prefeitura de Olímpia, por meio da Secretaria de Cultura.O curso tem duração de cinco meses e as aulas serão ministradas uma vez por semana, aos Sábados, no seguinte horário: das 15:00 às 17:00 horas; O curso é realizado na Casa de Cultura de Olímpia, que fica na rua São João, 942, é ministrado pelo professor de Arte Cênica Genival Ferreira de Miranda, também Acadêmico da Academia Olimpiense de Letras.Para o professor, Genival Miranda, o projeto visa, além de promover aulas práticas e teóricas de teatro, socializar o pensar artístico, ou seja, a ação e a reflexão sobre a prática artística. “A pedagogia deste projeto baseia-se em princípios e procedimentos comuns em constante reflexão com a diversidade das práticas e teorias trabalhadas, desta forma dando voz aos seus participantes por meio da expressão artística. Pela arte podemos possibilitar que os alunos desenvolvam a comunicação, crie senso critico e esteja de fato inserido no nosso contexto social”, diz Genival.

PALHAÇO PITOCO

Rir é um ótimo remédio! Traga as crianças para brincarem com o aluno do Técnico em Teatro caracterizado de Palhaço Pitoco.
Atividade gratuita e sem inscrição prévia | Atendimento por ordem de chegada | Programação sujeita a alteração

segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

Osmar Santos: guardado do lado esquerdo do peito.

Como o futebol está mudado, a bola está mais rápida, os gramados mais bonitos, as arquibancadas mais coloridas, as torcidas tão fanáticas como sempre, mas o meu coração parou no tempo. Tempo em que ouvia o meu locutor favorito narrar o futebol arte que perdeu o encanto e foi entregue a alguns dirigentes que perpetuam – se no poder e esquecem que a democracia consiste em dar oportunidade aos demais para que ajam e expressem a opinião. Tudo isso sempre foi combatido pelo OSMAR SANTOS que sempre abriu espaço na locução esportiva para os iniciantes, assim como o OSCAR ULYSSES tem feito na RÁDIO GLOBO. Talvez isso não seja notado por quem acompanha as transmissões esportivas mas eu percebo. O OSMAR SANTOS é o “PAI” de muitos locutores famosos dos dias de hoje e, esse é mais um motivo para que eu tenha tanta admiração. Cada vez que visito esse blog, leio as frases aqui escritas e fico sensibilizado, pois noto que são sincera e fiéis. ” PARABÉNS OSMAR PELA SUA VIDA, PELA SUA EXISTÊNCIA E POR TER ENSINADO TANTO: PARA MIM, PARA OS SEUS IRMÃOS E PARA ESSE POVO QUE TE AMA MUITO”…

quinta-feira, 26 de dezembro de 2013

A Educação Sexual na Família



Os adolescentes têm muitas informações. É surpreendente. Eles sabem coisas, mas em contrapartida, não sabem o que fazer com a informação. É muito importante que pais e professores percebam que os adolescentes não conseguem transformar a informação em educação. Informação por informação não serve para nada. Temos visto por ai, há muito tempo, campanhas veiculadas pela mídia sobre o uso de preservativos e cada vez mais se tem constatado o aumento de adolescentes contaminados pelo HIV, aumento da gravidez precoce, etc. Como e porque isso acontece se tanto foi feito em termos de orientar? Por isso nós precisamos debater, inclusive, o uso do termo: orientar. Dizemos que orientação não adianta temos que educar.

Educar demanda algo que é mais complexo, que é um processo. Por exemplo: se alguém pergunta como atravessar a rua? Eu oriento e depois a pessoa vai embora. No educar: a pessoa internaliza a informação e se conscientiza do que, e do porque se devem ter certos comportamentos e atitudes em relação a determinadas coisas, isso impede de se cometer erros grotescos e irresponsáveis. Com Adolescentes precisamos que pensar em termos de um projeto de educação sexual. Não bastam campanhas.

Nesse projeto, é importante entender que são praticamente as crianças que estão se relacionando através do ato sexual. Já vimos noticias de meninas com nove anos tendo bebês, isso significa que no final de oito anos ele se relacionou ou foi abusada sexualmente. Está faltando todo o investimento em educação sexual. Que a sociedade possa entender que a liberdade sexual não significa que se libera tudo a qualquer tempo.

Nesse processo existem normas, regras e limites. Nós nos esquecemos de trabalhar com crianças, adolescente e daí por diante, que o ato sexual propriamente dito deveria se dar somente na idade adulta por uma serie de razões. Seria um momento em que este ser humanos teria condições de saber o quer e por que quer, Não preciso sais por ai fazendo o que todos fazem, porque “senão estou fora do grupo”.

Quando meninos ou meninas transam com dez, 12 anos para não ficarem fora da moda, porque “todo mundo faz”, temos que fazer uma revisão da educação; esta havendo alguma falha. Se a criança, o adolescente, o jovem não tiver condições de discernir que o que ele quer para si não é o que todos necessariamente vão fazer, houve falha no processo de educação sexual.

Partimos de um modelo, de um paradigma de educação sexual que pode ser compreensiva, de cunho emancipatório. As pessoas às vezes às vezes acham isso contraditório, mas a gente coloca liberdade com responsabilidade, com limites, com normas. Não é liberdade do “tudo pode”, mas a liberdade de que, a partir do acesso ao conhecimento, eu tenho livre arbítrio para poder escolher o que quero, mas com responsabilidade e compromisso.