domingo, 2 de junho de 2013

PROFESSORES DE OLÍMPIA VISITAM INHOTIM-MG



Professores da Diretoria de Ensino de Barretos participantes do curso “Olhares Nômades: Arte Contemporânea Inhotim”, aproveitaram o final de semana prolongado, nada mais oportuno para mergulharem na cultura de estado de Minas Gerais. Dentro dessa proposta, os professores de Artes de Olímpia: Genival Ferreira de Miranda, Francisca Zacharias, Márcia Benites, Márcia Inês de Oliveira, Priscila Perrone, Sheila Barato Nicoletti e Hilda Rocha, acompanhados por outros 33 professores da região e pela Professora Coordenadora do Núcleo Pedagógico de Artes Lurdinha Fabro, participaram de uma excursão ao museu Inhotim e a Belo Horizonte-MG.

O dia 31 de maio, sexta-feira, pela manhã os professores visitaram a Pompulha, tiveram a oportunidade de conhecer as curvas desenhadas por Orcar Niemayer na Igreja São Francisco de Assis, Casa do Baile, Museu de Arte da Pompulha. Na ocasião também tiveram a oportunidade de uma breve visita no estádio do Novo Mineirão conferindo os preparativos para copa do mundo 2014.
A tarde foi dedicado a Inhotim, o maior centro de arte ao ar livre da América Latina. Em visita monitorada pelos arte educadores , os professores visitaram ao Acervo de Arte Contemporânea, apreciaram obras de inestimável valor, podendo interagir com a arte, obtendo varias experiências perceptivas:sensoriais, auditivas e visuais.
No dia 01 de junho, passaram o dia em Inhotim onde conheceram principais das diversas galerias, participando de oficinas, podendo conhecer também ao Jardim Botânico, conhecerem grupos de plantas e curiosidades e algumas espécies.



O ponto alto do passeio foi o encontro com o empresário Bernardo Paz o idealizador do Instituto de arte contemporânea Inhotim, momento emocionante em que os professores puderam conversar a respeito da maravilha que é o instituto, Bernardo diz “tudo isso é de vocês”, ressalta a importância da educação para mudar o mundo e afirma que “Quando se trabalha com educação e cultura, tem que se imaginar milhares de anos. Não adianta, cultura é um processo que avança, não pode parar”. Explica.
A professora Hilda Rocha, professora de arte na escola E.E. Alzira- Olímpia, confessa que não imaginava que iria encontrar o idealizador e presidente do Instituto de Arte Bernardo Paz, ficou muito emocionada por sentir muita admiração pelo seu desempenho e dedicação nesse projeto visionário, diz.
Para o professor de Teatro Genival Miranda, conhecer o Instituto nos permitiu uma outra forma de aprender, por meio da experiência pessoal de cada um, de forma crítica, a arte contemporânea permite estimular os nossos sentidos e nos leva romper conceitos e se abrir para o novo. Fiquei surpreso com a dimensão das estratégias culturais e sociais, ressalta a existência de vários projetos acontecendo ao mesmo tempo um deles é dar acesso às crianças de baixa à arte contemporânea a as oficinas do Instituto.
Os professores também perceberam elementos que compõem o universo educacional, relembrando conhecimentos de diversos conteúdos (História, Geografia, Língua Portuguesa, Química), enfim o Instituto possui um propósito de preparar cidadãos para um futuro melhor e mais consciente.
Encerrando o passeio, em momento nas compras, os professorem puderam comprar algumas iguarias da culinária mineira como o famoso queijo mineiro. A excursão foi um sucesso, cumprindo seu objetivo de levar os professores a novas vivências e despertar o olhar para a arte, cultura e educação podendo proporcionar aulas diferenciadas para seus alunos.

O PALHAÇO NO TEATRO



Criador de várias personagens inusitadas.
Múltiplas faces! Rostos obscuros e enigmáticos.
Inteligência rara e uma diversidade nas palavras.
Retrata o individual de cada ser humano.
 
Caras e bocas! Perfil em evidência insana.
Homem e mulher em uma só pessoa! Isso ressoa.
Olhos que expressam o invisível desses versos.
canção o torna superior nessa multidão.
 
Páginas repaginadas pela arte da vida.
Eloquência aleatória nas tramas criadas.
Pessoas moduladas em atos nesse teatro.
Drama! Ora vivido, ora escolhido! Apenas drama.
 
Retalhos de personalidade! Um resquício irônico.
À hora vem como uma alegoria âmbar.
Ideologias ilógicas! Retóricas individuais.
Palavras proferidas loucamente que nem sente.
 
Silencioso, oculta sua identidade comum.
O palhaço é irreverente quando entra em cena.
Desperta emoções! Faz-me rir, faz-me chorar.
De pé! Reconheço como dono do seu próprio mundo.
 
E lá se vai o palhaço percorrer a mente da platéia.
Julga-os pela loucura inexata dos seus argumentos.
Julga-os por sua insanidade! Aspecto prescrito por ele.
O sonho não acabou! O palhaço deve existir.
 
Soraia