terça-feira, 19 de outubro de 2010

"Por semelhança e harmonia" - Teatro é Poesia:


Homem do Campo

O sertanejo deixa a cama
Ausenta-se da choupana
O orvalho sobre a grama
É o sinal: do trabalho que o chama.

Chapéu com abas largas
Roupas já bem surradas
São as vestes usadas
Durante as duras jornadas.

Com as mãos calejadas:
Pela foice! Pela enxada!
Ferramentas usadas.
Necessidades saciadas.

Cai a noite! Retorna à cabana.
Leva lenha às costas,
Para esquentar o jantar.
Feliz! Olhos a brilhar!

Descansa alegre! A cantarolar.
Pensa: amanhã... Antes de o sol raiar,
Valtarei a trabalhar! A tudo recomeçar:
Para com honradez; minha família sustentar.

No caminho murmura:
Deus que nunca nada me falte.
Para que os meus filhos: possa eu amparar.


(AUTOR: Luiz Augusto da Silva - poeta olimpiemse).



Aquilo que a pena traça o teatro dá vida...dá dinamismo...dá graça...

(Eu).

Professor e amigo Genival, aquele abraço."